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quarta, 21 de janeiro de 2026
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Mãe relata desespero após filha ser dada como morta e reanimada em rodovia

20 Jan 2026 - 14h16Por Da redação
Mãe relata desespero após filha ser dada como morta e reanimada em rodovia - Crédito: redes sociais Crédito: redes sociais

O atropelamento registrado na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Bauru, no interior de São Paulo, no início da noite deste domingo (18), continua repercutindo e ganhou destaque nacional após a vítima, inicialmente dada como morta, ser reanimada ainda no local.

A mulher atropelada é Fernanda Cristina Policarpo, de 29 anos, que permanece internada em estado grave no Hospital de Base de Bauru. Ela está desacordada, sedada, em leito de UTI, com politrauma grave, traumatismos e múltiplos ferimentos, segundo informações da Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp), gestora da unidade. De acordo com a instituição, o quadro é de instabilidade hemodinâmica.

A mãe da vítima, Adriana Cristina Roque, vive dias de angústia desde o acidente. Ela divide o tempo entre os cuidados com a filha internada e com a própria mãe, idosa, que está com o pé quebrado. Em entrevista, Adriana relatou o desespero ao receber a notícia de que Fernanda havia morrido no local do atropelamento.

“Eu vi minha filha estirada no asfalto, já coberta com uma manta térmica. Fui informada de que não podia me aproximar. Foi desesperador”, contou a dona de casa.

Posteriormente, Adriana foi informada de que a filha havia apresentado sinais vitais e sido reanimada por um médico da equipe da concessionária que administra a rodovia, antes da chegada do Instituto Médico Legal (IML). Fernanda foi então encaminhada às pressas para o Pronto-Socorro Central e, depois, transferida ao Hospital de Base.

“Tenho visita com o médico hoje para saber a atualização do estado de saúde dela. Ela está desacordada e o estado é grave. O que eu sei sobre o atropelamento é o que testemunhas me contaram: que a Fernanda foi atravessar a pista”, afirmou.

Diante do ocorrido, a médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que participou do atendimento inicial foi afastada de suas funções até a conclusão de um procedimento administrativo instaurado para apurar o caso. Com informações do JC Bauru

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