Linha de montagem da VW: O setor que mais gerou empregos nestes 11 meses de 2024 foi a indústria, com 621 novos empregos - Crédito: divulgação
Dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados na tarde desta quarta-feira, 29 de novembro, pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, revelam que São Carlos apresentou saldo positivo de 1.365 vagas no mercado de trabalho no primeiro trimestre de 2026. Este saldo é a diferença entre 13.010 contratações de trabalhadores e 11.645 demissões.
O CAGED pesquisa mensalmente a variação do trabalho formal, ou seja, o emprego com carteira assinada e com direitos trabalhistas, como férias remuneradas acrescidas de um terço do salário, décimo terceiro salário, aviso prévio, FGTS, entre outros.
O setor que mais gerou empregos em São Carlos nestes três meses de 2026 foi a indústria, com saldo positivo de 621 vagas. A área fabril admitiu 3.371 pessoas e demitiu 2.750. Em seguida vem o setor de serviços, que contratou 5.514 pessoas e cortou outras 4.935, apresentando saldo positivo de 579 postos de trabalho.
“Percebemos um avanço da indústria. O setor metalúrgico, por exemplo, voltou a ter uma base com cerca de 12 mil trabalhadores, depois de enfrentar uma queda nos últimos anos”, afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté, Vanderlei Strano.
A construção civil absorveu 940 pessoas no período analisado e eliminou outros 738 contratos, com saldo positivo de 202 postos de trabalho. A agropecuária gerou 23 vagas. O setor contratou 406 pessoas no primeiro trimestre do ano e cortou outras 383.
O comércio foi o único setor com números negativos. O segmento fechou 60 vagas, pois admitiu 2.779 trabalhadores e registrou 2.839 cortes.
ECONOMIA SÃO-CARLENSE GEROU 524 POSTOS DE TRABALHO EM MARÇO – De acordo com o CAGED, os cinco principais segmentos da economia de São Carlos geraram 524 empregos no mês de março de 2026. Este número corresponde à diferença entre 4.590 novos contratos e 4.066 rescisões contratuais.
O setor de serviços abriu 231 novos postos de trabalho, pois admitiu 1.799 e demitiu 1.568 pessoas. A construção apresentou 584 admissões e 426 cortes, com saldo positivo de 158. O comércio gerou 64 novos postos de trabalho, pois admitiu 924 e demitiu 860 pessoas. A agropecuária fechou 2 empregos, diferença entre 46 novos contratos e 48 desligamentos. A indústria gerou 9 vagas, diferença entre 706 admissões e 697 cortes.





