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segunda, 11 de maio de 2026
História

Escola Industrial completa 94 anos formando grandes profissionais

Ao longo desta trajetória, a instituição formou dezenas de milhares de talentos para as empresas da Capital da Tecnologia; sessão solene celebra a data nesta segunda-feira, 11 de maio, na Câmara Municipal de São Carlos.

11 Mai 2026 - 16h43Por Da redação
Etec Paulino Botelho - Crédito: divulgaçãoEtec Paulino Botelho - Crédito: divulgação

A Escola Industrial (ETEC) Paulino Botelho, instituição que faz parte da história do parque fabril de São Carlos, completará nesta quarta-feira, 13 de maio, 94 anos de funcionamento. Para celebrar a data, será realizada, nesta segunda-feira, 11 de maio, às 19h, na Câmara Municipal de São Carlos, uma sessão solene.

No dia 13 de maio de 1932, cerca de dois meses antes da deflagração da Guerra Civil Paulista, ou Revolução Constitucionalista, o centro de ensino era inaugurado solenemente. Apesar da inauguração nesta data, a escola já estava funcionando desde março daquele ano.

Dois eventos marcaram a inauguração oficial da escola: o primeiro foi a visita do professor Horácio Silveira, diretor da Escola Profissional Feminina de São Paulo e responsável pela organização da Escola Profissional de São Carlos; o segundo evento foi a realização da primeira fundição de ferro na escola. Os festejos de inauguração terminaram à noite com um jantar no São Carlos Tênis Clube.

Ao longo desta trajetória, a conhecida Escola Industrial formou dezenas de milhares de profissionais para empresas como Tecumseh, Electrolux, Tapetes São Carlos, Toalhas São Carlos, Volkswagen, Engemasa e tantas outras, em inúmeros cursos ao longo de décadas.

A matriz imediata mais importante da Escola Profissional de São Carlos foi a Escola Técnica de São Paulo, criada pelo governo federal na capital do Estado em 1910.

Houve uma discussão na Câmara Municipal da cidade para a criação de uma Escola Profissional naquele ano. Embora um grupo defendesse a instalação, argumentando que a indústria estava em franco desenvolvimento e que, devido a isso, escolas profissionais estavam sendo criadas em grandes centros urbanos, a ideia da criação dessa escola em São Carlos foi rejeitada.

Nessa época, o café era tão forte e a indústria tão incipiente que uma escola profissional nessas condições não ultrapassaria os limites do assistencialismo, ou seja, seria uma escola para encaminhar os meninos mais pobres da cidade a um ofício.

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