Campus USP São Carlos - Crédito: LeandroTeve início nesta terça-feira (14) a greve dos servidores técnico-administrativos da Universidade de São Paulo. A paralisação, aprovada na última quinta-feira (9), atinge todos os campi da instituição e não tem prazo definido para terminar.
De acordo com a categoria, a mobilização foi motivada pela aprovação de uma gratificação mensal de R$ 4.500, a ser paga ao longo de dois anos exclusivamente aos docentes. No entendimento dos servidores, a medida rompe com o princípio de isonomia entre as categorias e desconsidera o papel dos técnicos administrativos no funcionamento da universidade.
Entre as principais reivindicações do movimento estão a equiparação com os docentes por meio de uma remuneração adicional proporcional, o não pagamento das horas referentes a emendas e recessos, além de apoio a estudantes e funcionários terceirizados.
A mobilização também conta com o apoio dos estudantes, que paralisaram as atividades nesta terça-feira em todos os campi. Além da solidariedade aos servidores, os alunos reivindicam melhorias nas políticas de permanência estudantil.
Até o momento, a reitoria da Universidade de São Paulo ainda não se manifestou sobre o pedido de negociação protocolado pelos representantes do movimento.





