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domingo, 13 de junho de 2021
Região

Taxista é assassinado a facadas em Matão e polícia tem várias hipóteses para o crime

03 Jun 2015 - 16h51

O taxista Orides Aparecido Guerreiro, foi assassinado com várias facadas, na tarde desta quinta-feira (3) na cidade de Matão. O crime ainda está sendo investigado e segundo o delegado Marcelo Umberto Borghi está cercado de mistérios, porém ele não quis adiantar as primeiras informações que a Polícia Civil tem.

Segundo apurado por volta das 15 horas, após comunicação ao telefone 190, policiais militares seguiram para avenida Trolesi, onde entre os bairros Portal Terra da Saudade- Jardim Buscardi encontraram em na rotatória do Portal Terra da Saudade o corpo do taxista todo ensanguentado ao lado de seu Fiat Siena, com placas de Matão. ao lado do cadáver foi encontrada um faca que foi usada no crime. 

O sargento Elias determinou o isolamento da avenida para a realização dos trabalhos de peritos do Instituto de Criminalística (IC) de Araraquara e da Polícia Civil. Segundo policiais que realizam buscas em toda cidade e região o ator do crime seu um homem moreno, com aproximadamente 1,75m de altura, barba por fazer e usava blusa preta, o qual teria sido visto por testemunhas correndo após cometer o crime. Uma testemunha teria relatado que o assassino dispensou a blusa de moletom que trajava. De acordo com os primeiros trabalhos da Polúcia Civil matonense o homem desconhecido teria se dirigido ao ponto de Taxi, localizado na avenida 15 de Novembro na região central de Matão e teria indagado outros taxistas quem seria o taxista Guerreiro, o qual após conversar com o seu matador deixou pela última vez o ponto de taxi e posteriormente seus amigos tomaram conhecimento do encontro de seus corpo. 

Curiosos foram acompanhar o trabalho das unidades do SAMU, onde o médico da Unidade de Suporte Avançado (USA) constatou o óbito. Viaturas da Polícia Militar e Civil estão à procura do assassino.

Em princípio, suspeita-se de latrocínio (roubo seguido de assassinato), porém outras hipóteses não são descartadas. Uma carta teria sido apreendida pelo delegado e o teor não foi divulgado para a imprensa.

Guerreiro sempre trabalhou como comerciante de Banca de Revistas e Taxi. Foi membro do Rotary Clube de Matão por muito tempo, tanto, que até hoje é identificado muito com o clube de serviços.

Ele era casado, tinha filhos e residia no Bairro Alto e seu corpo deverá ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), em Araraquara, para as devidas análises. Matão ficou chocada com a notícia da trágica morte do taxista que era muito solicitado na cidade e atendia também moradores da região. 

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