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domingo, 07 de março de 2021
Região

Professores e servidores municipais de Ibaté ameaçam greve geral

15 Jun 2016 - 06h23Por Redação
Foto: Divulgação - Foto: Divulgação -

Os professores e servidores municipais de Ibaté ameaçam entrar em greve. A paralisação seria por tempo indeterminado e começaria nesta sexta-feira, 17.

A decisão foi tomada em assembléia, na tarde desta sexta-feira, 10, após representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ibaté (Sindispi) com apoio do  Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Região e da  Central Única dos Trabalhadores - CUT de São Carlos ouvirem dos funcionários municipais de que o executivo de Ibaté não houve um aumento salarial.

Os servidores estão em campanha salarial e reivindicam uma reposição de 9,27% nos salários, pois afirmam que esse valor não representaria uma recuperação das perdas acumuladas nos últimos 10 anos, mas teria uma correção simbólica no salário, já que Ibaté o salário esta defasado. A prefeitura deve voltar a discutir o assunto nesta quarta-feira, 15.

Para marcar o movimento os servidores e os professores da rede municipal devem fazer uma paralisação e manifestação no desfile cívico que ocorrerá no dia 24 de junho, data que se comemora o aniversário de Ibaté.

Segundo informações da Sindispi, foi feito uma comissão de negociação para sentarem a mesa com o prefeito e tentarem chegar ao acordo, após a reunião os membros da comissão irão levar a proposta aos funcionários na assembléia deliberativa que já tem data marcada para dia 16.

Segundo o levantamento de valores, feito por uma professora da rede municipal e ter exposto na assembléia, existe aproximadamente 80 cargos de confiança que juntando os valores dos salários daria para pagar aproximadamente 400 servidores municipais, e que os funcionários concursados estão com os salários defasados

SERVIÇOS PREJUDICADOS

Caso seja deflagrada uma greve, as escolas e creches ficarão fechadas por conta da paralisação dos servidores. "Todos os pais dos alunos serão avisados por meio de bilhetes que não haveria atividades por tempo indeterminado", afirmou Regina, professora da rede municipal de ensino.

Os prejuízos podem ser ainda maiores, se os serviços de saúde, assistência social e abastecimento também aderir a greve, embora o sindicato não tenha realizado um levantamento oficial para verificar que prejuízos serão gerados à população. "Apenas os serviços de emergência médica serão mantidos", afirmou um membro do Sindicato municipal.

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