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domingo, 20 de junho de 2021
Esportes

Thomas Taylor sonha com os pés no chão

Jogador das equipes sub16 e sub21 de basquete sonha com um futuro dourado; mas não se esquece dos estudos

13 Jul 2015 - 08h35
Thomas durante os treinos no Clube dos Bancários. Atleta foca o futuro, mas com os pés no chão. Fotos: Marcos Escrivani - Thomas durante os treinos no Clube dos Bancários. Atleta foca o futuro, mas com os pés no chão. Fotos: Marcos Escrivani -

Com 1m87, 16 anos, boa pontaria e muita vitalidade, o ala/armador Thomas Taylor é um jovem atleta que sonha com um futuro dourado. "Mas com os pés no chão", antecipa. Jogador das equipes sub16 e sub21 Objetivo/Meneghelli, ele participa este ano do campeonato da Liga Centro Oeste Paulista e tem se destacado nas apresentações são-carlenses.

A história de Thomas começa em 2011, no São Carlos Clube, onde praticou a modalidade por apenas dois anos. "Mas lá era por lazer apenas. Quando senti que queria algo a mais, mudei de casa. Queria mais responsabilidade e mais treino", disse o ala.

A "nova casa" de Thomas passou a ser o Objetivo/Meneghelli, onde está desde 2013. Desde então passou a vislumbrar um novo horizonte na carreira de jogador.

Tendo como exemplos o 'mão santa' Oscar ("para mim o melhor jogador brasileiro de todos os tempos", garantiu) e LeBron James, do Cleveland Cavaliers (da NBA), Thomas sonha longe. "Quero ser jogador, mas sem abandonar os estudos. Pretendo me formar em fisioterapia, fisiologia do esporte ou Educação Física. Mas sempre ligado ao basquete", afirmou. "Tenho que manter meus pés no chão", emendou.

BOA PONTARIA

A cada treino que realiza no ginásio de esportes Clube dos Bancários, Thomas garantiu que, durante as atividades, chega a realizar aproximadamente 600 arremessos. "Quero aprimorar minha pontaria", explicou.

Mas durante os treinos, sob o comando do técnico Nivaldo Carlos Meneghelli Junior, aprimora a parte física, tática e técnica. "É necessário para nossa evolução", analisou.

Meneghelli vê no jogador, um futuro promissor, mas faz um alerta. "Para que o jovem se torne um atleta profissional é necessário algo a mais. Uma dedicação muito grande. Qualidade para isso o Thomas tem e o futuro depende somente dele".

CONTATO E VELOCIDADE

A exemplo dos demais jovens, Thomas não nega que tem afinidade com o futebol. Mas reconhece que nesta modalidade esportiva não leva jeito. "E nem tenho futuro", disse, em tom de brincadeira.

A sua boa estatura e envergadura fez com que procurasse o basquete e onde encontrou afinidade. "É um esporte de bastante contato físico, mas não é violento. E que exige muita habilidade e velocidade de quem pratica, além de um raciocínio rápido na execução das jogadas", finalizou.

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