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terça, 28 de setembro de 2021
Cidade

São Carlos 8 sofre com invasão de carrapatos, pulgas e até escorpiões

02 Mar 2011 - 15h59

Uma leitora do bairro São Carlos 8, utilizou o canal Boca no Trambone para reclamar e pedir providências sobre a incidência de pragas no bairro. Ela diz que sofre com os problemas de pestes na residência, pois está infestada com pulgas, carrapatos e até escorpiões.

Além, de correr risco de saúde, a mesma relata que essas pragas estão machucando os seus animais de estimação, assim como os dos vizinhos. Reitera, que eles já entraram em contato com a Vigilância Epidemiológica, mas não foram atendidos.

A equipe do São Carlos Agora entrou em contato com a Divisão de Zoonoses da cidade. Eles notificaram que o maior problema do São Carlos 8 é que boa parte dos terrenos e casas construídas ainda possuem quintais com chão batido ou terra, assim como muitas ruas do bairro. Isso tudo associado ao fato do local ter muitos cães e cavalos soltos, que transitam pelas ruas transportando as pragas e disseminando-as. 

Para controlar as pragas, os agentes que combatem as zoonoses utilizam um veneno e, esse não tem ação em chão de terra, isso atrapalha muito a erradicação das pragas no São Carlos 8. Sem contar que é necessário o uso de um veneno específico no animal investado e isso é de responsabilidade do proprietário e na grande maioria dos casos não é feito, e quando realizado geralmente utilizam pesticidas errados, como o Butox ou Triatox, matando ou sequelando os animais.

A Divisão de Zoonoses alega que toda denúncia é protocolada e é encaminha uma equipe responsável até o local para verificar a situação. Quando constatado a infestação fazem uma ação com fim de evitar a entrada destas pragas na residência chamada “bloqueio químico”.

Só no ano passado o controle de Zoonoses realizaram mais de 1000 ações entre visitas, orientações, desinsetização e desratização, sendo que o principal foco foram os carrapatos que registraram 271 casos.

Para fazer reclamações é só entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica pelo telefone: (16) 3307-7405

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