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domingo, 26 de setembro de 2021
Política

“Nenhum candidato é ideal para ser presidente”, afirma Carla Zambelli

Ativista de centro direita conservadora diz em São Carlos que não surgiu um político correto; Lula tem que pagar na Justiça o que deve

20 Set 2017 - 08h25
Foto: Marcos Escrivani - Foto: Marcos Escrivani -

Se depender da ativista política de centro direita conservadora Carla Zambelli, o Brasil tem que ser passado a limpo, com uma reforma eleitoral/política desde as suas raízes.

Natural de Ribeirão Preto, mas residindo em São Paulo, ela está em São Carlos até quinta-feira, 21, quando profere uma palestra no salão social do Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro (Icib), a partir das 19h30. A iniciativa é do movimento #nasruas. Informações e inscrições para o encontro podem ser feitos pelo WhatsApp 16 98182-8316. O tema é "O cenário político nos dias de hoje, visto das ruas".

Gerente de Projetos, aos 37 anos, Carla Zambelli recebeu a reportagem do São Carlos Agora na noite desta terça-feira, 19, onde abordou temas políticos nacionais.

Objetiva e de forma bem clara, disse que o Brasil não tem um candidato ideal para postular o cargo de Presidente da República, em eleição que acontece em outubro de 2018.

"Não temos candidatos ideais. Uns devem para a Justiça, pois são acusados de corrupção e outros possuem defeitos irreparáveis. Acredito que a população tem que aprender a descartar o que é ruim", disse. "Creio que o candidato ideal não surgiu, ainda".

LULA DEVEDOR

Indagado se votaria em Lula para presidente, Carla disse que o candidato do PT deve, primeiramente, pagar o que deve à Justiça. "Hoje ele é réu. Gostaria que o Lula estivesse em outro lugar. O ex-presidente é acusado de corrupção. Então que preste contas do que fez".

EM SÃO CARLOS

Carla chegou a São Carlos no início da tarde de terça-feira e se reuniu com pessoas do 3º setor e falou longamente com representantes de instituições filantrópicas que buscam repasses municipais.

"Tomei conhecimento que creches podem fechar. Isto é muito triste. Estive na Câmara Municipal também e conversei com vereadores. Hoje, para se ter uma ideia, o município repassa algo em torno de R$ 400 milhões para a União, mas volta menos da metade para a cidade", afirmou a ativista, que esteve na USP realizando panfletagem com intuito de propagar a palestra que ocorre quinta-feira, no Icib. "Hoj

"É um evento onde vamos abordar a política nacional, falar sobre a corrupção, a importância de cada cidadão na participação junto ao sistema e trabalhar unidos. Não pode haver divisão na população, pois os principais prejudicados somos nós, o povo. Lutar contra o Estado inchado, mas sempre com coerência e sensatez", finalizou.

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