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quarta, 20 de janeiro de 2021
Na superação

Oriundo de projeto social, são-carlense passa em exame para faixa preta de judô

22 Dez 2020 - 11h36Por Redação
Oriundo de projeto social, são-carlense passa em exame para faixa preta de judô - Crédito: Divulgação Crédito: Divulgação

Emerson Ferreira Mariano da Silva, 22 anos, pai de duas filhas, apelidado de Índio pelos amigos, iniciou o judô em 2010 com o professor Sebá, no Projeto Escola de Esportes da Prefeitura de São Carlos em parceria com a Associação Fábrica de Campeões, atividade que na época era desenvolvida no ginásio municipal de esportes Aristeu Favoretto, na Redenção, e hoje tem vários polos pela cidade.

Índio, que tem uma grande história de superação de vida, sempre foi um garoto hiperativo, as vezes com lapsos de indisciplina, porém sempre esforçado, se manteve treinando judô, fato que fez toda diferença em sua vida. Com instinto competitivo nato e com grande talento para modalidade, conseguiu trazer títulos importantes para São Carlos, como campeão paulista, campeão da Copa São Paulo, campeão dos Jogos Regionais varias vezes, campeão dos Jogos Abertos, melhor atleta de São Carlos em 2018. Chegou a disputar vaga para a seleção brasileira, entre outras dezenas de títulos.

Depois de cumprir todas as carências obrigatórias da Confederação Brasileira, realizar os cursos exigidos e ser aprovado no exame de graduação onde teve que demonstrar técnicas de golpes em pé, no solo e apresentar o nage no kata é o mais novo faixa preta de São Carlos. A Federação Paulista ainda irá marcar a cerimonia de entrega oficial que será feita no inicio de 2021.

O professor Sebá (Sebastião Alexandre Cunha), Técnico de Judô da Prefeitura, comentou sobre o feito. “A conquista do Índio é resultado do esforço de toda equipe que dá suporte aos treinamentos e o apoio da Secretaria Municipal de Esportes e Cultura. Assim como o Emerson, temos dezenas de jovens com potencial, que necessitam de acompanhamento técnico adequado e suporte emocional. Na minha opinião um projeto social esportivo deve ir muito além do que juntar um monte de crianças e dar um passa tempo qualquer, deve-se ensinar com qualidade tudo aquilo que a modalidade oferece. Estamos muito felizes pelo Índio e atrás dele virão muitos outros”, afirmou.

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