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sábado, 12 de junho de 2021
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UFSCar consolida participação no programa Mais Médicos

11 Jun 2015 - 19h39
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A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) é, desde 2013, a única universidade pública do Estado de São Paulo participante do programa Mais Médicos, criado naquele ano. A adesão da Universidade ao Programa foi decidida no Conselho Universitário (ConsUni) e resultou na designação de Geovani Gurgel Aciole da Silva, docente do Departamento de Medicina (DMed), para a coordenação das atividades de capacitação e acompanhamento profissional oferecidas aos médicos estrangeiros participantes.

Assim, estão sob responsabilidade da UFSCar atualmente 67 tutores, que, por sua vez, são responsáveis por cerca de 560 médicos atuantes em diferentes regiões do Estado. Anteriormente, a UFSCar integrou a comissão de avaliação e aprimoramento da Medida Provisória que estabeleceu o Programa e também participou de missão destinada ao conhecimento da realidade do sistema de Saúde de Cuba. A partir da assinatura do termo de adesão, além de continuar integrada aos debates sobre as configurações do Programa, a Universidade liderou a coordenação das atividades de capacitação e acompanhamento no Estado de São Paulo, junto à Faculdade Santa Marcelina e à Faculdade de Medicina do ABC. Neste ano, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas já sinalizaram a adesão ao Programa e deverão dividir a coordenação das tutorias com as instituições que já vinham participando.

Como coordenador da tutoria, Geovani Aciole da Silva tem o papel de supervisionar os tutores, desde a seleção desses tutores até o acompanhamento de relatórios das suas atividades. Além dele, outros três docentes do DMed integram o Programa, como tutores. Aciole destaca os desafios enfrentados na implantação do Programa e comemora uma nova fase. "Enfrentamos uma série de desafios para consolidarmos a implantação do Programa, como, por exemplo, a alocação dos médicos estrangeiros, que sofreram pressão para ocupar vagas em unidades de pronto-atendimento, quando o Programa preconiza a alocação nas Unidades Básicas de Saúde. Nesse sentido, dialogamos com os gestores de Saúde dos municípios, para garantir que os profissionais pudessem cumprir o papel para o qual foram designados. Além disso, sofremos o 'bombardeio' de divulgação de informações equivocadas sobre o desempenho dos médicos apoiados pelo Programa, quando eles têm sido avaliados muito positivamente pelos tutores e pela população atendida. Quase três anos após a implantação, vivemos agora a consolidação do projeto, e a UFSCar ter participado ativamente desde sua concepção demonstra o compromisso social da Universidade com o País", avalia o docente.

 

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