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terça, 11 de dezembro de 2018
Região

Segurança de Ibaté pode ter sido queimado vivo dentro de seu carro em Araraquara

26 Fev 2014 - 09h25
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A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) investiga um crime bárbaro que ocorreu na madrugada desta terça-feira (25) na cidade de Araraquara. A vítima pode ser o segurança profissional Ilbes Ezequiel de Souza, 27, que pode ter sido colocado dentro de seu Gol e levado até o bairro Biagione, onde o veículo foi incendiado e abandonado.

Populares acreditando que o incêndio teria sido provocado por curto circuito acionaram o Corpo de Bombeiros que após apagar o fogo encontrou o corpo carbonizado dentro do porta-malas.

No início da tarde, angustiada em saber que o corpo que pode ser do segurança a esposa de Ilbes entrou em desespero e clamava para as autoridades deixá-la entrar para ver os restos mortais e tentar o reconhecimento.

O misterioso crime fez com que durante todo o dia as equipes de investigadores da DIG se desdobrassem para tentar confirmar a identificação do segurança que na segunda-feira (25) trabalhou normalmente em uma fábrica de medicamentos, instalada no bairro Quitandinha. No início da noite ele teria falado por telefone com a esposa que estava na casa de sua mãe na cidade de Trabiju. Ilbes tem uma filha de 7 anos e eles estão juntos há seis anos.

A reportagem conversou com um dos irmãos, que reside na cidade de Matão. Ele disse que não acredita que o corpo encontrado no carro seja de Ilbes, que nasceu na cidade de Ibaté e residiu por muitos anos em São Carlos e posteriormente mudou-se para a cidade de Araraquara. Outro irmão, morador em São Carlos disse que a família está em desespero e quer acreditar que o corpo que está no IML de Araraquara não seja de Ilbes, porém  confirma que ele não está sendo localizado nas cidades de Araraquara, Matão, Ibaté e São Carlos onde costuma frequentar e onde residem os parentes. Ele disse que Ilbes nunca comentou que estaria sendo ameaçado e nunca esteve envolvido com criminosos.

Ouvido pela reportagem o delegado Fernando Teixeira Bravo informou que a Delegacia de Investigações Gerais (DIG), não descarta nenhuma possibilidade, porém não acredita que o caso tenha relação com o crime organizado. Ele disse também que os familiares foram ouvidos ao longo do dia e que novas diligencias deveram ser realizadas nesta quarta-feira.

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