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sábado, 12 de junho de 2021
Cidade

Asfalto se ‘esfarela’ no Planalto Paraíso

Rua São João Bosco é o alvo das reclamações; moradores afirmaram que pedras já atingiram crianças

12 Ago 2015 - 14h23

Um problema que dura há três anos e causa profunda revolta aos moradores da rua São Joao Bosco, no Planalto Paraíso, em São Carlos. O pavimento está se esfarelando e soltando pedras.

O perigo aumenta já que a rua tem um movimento considerável e vários acidentes aconteceram. Os mais graves foi quando pedras soltas "espirraram" após contato com pneus dos veículos que trafegam pelo local e atingiu crianças que brincavam pela calçada. Sem contar quedas de motociclistas. "As rodas derrapam e eles perdem o equilíbrio", disse Glória Munno, moradora no bairro e uma das reclamantes.

SEM RETORNO

Glória foi uma 'porta-voz' dos moradores e mostrou uma mistura de indignação e insatisfação da forma como o bairro vem sendo tratado pela atual administração municipal.

"Faz três anos que o problema acontece. No início dessa administração (Paulo Altomani - PSDB) foi feito um 'tapa-buracos', mas na primeira chuva, tudo voltou ao que era", lamentou. "Voltamos a fazer reivindicações na Ouvidoria, mas nem respostas temos. Estamos abandonados", afirmou a moradora.

RECAPE

Glória Munno disse que a qualidade do asfalto no Planalto Paraíso é ruim. "Em todo o bairro o pavimento parece que está se deteriorando. Não sei se é velho ou de má qualidade. Mas o fato é que existe o problema. Principalmente onde resido (rua São João Bosco). Aqui parece que os problemas são piores", explicou.

Para ela, tapa-buraco não adianta. "O ideal é recapear. Se jogar um 'remendo', não irá resolver, pois uma chuva vai fazer o problema voltar", argumentou.

Glória Munno disse a reportagem do São Carlos Agora que espera uma solução e que as reivindicações do bairro sejam atendidas o quanto antes.

MAIS RECLAMAÇÃO

O problema que atinge a rua São Joao Bosco, no Planalto Paraíso repercutiu. Por email, moradores do bairro denunciaram que a reclamação é antiga.

De acordo com uma mensagem eletrônica, em 2014 documentos teriam sido encaminhados a Ouvidoria da Prefeitura e um funcionário de nome Ulisses teria recebido o material, mas nada foi providenciado e nem resposta obtiveram. Em fevereiro deste ano, novamente foi mantido contato com a Ouvidoria e desta vez outro funcionário de nome Dante teria recebido a documentação. Novamente os moradores ficaram sem resposta.

Ainda informa os reclamantes que um email foi encaminhado à Secretaria de Obras, endereçado ao secretário Marcio Marino e nenhuma providência ou satisfação foi dada.

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