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domingo, 29 de março de 2020
Falta de padronização e orientação

Desorganização marca início de campanha de vacinação contra a gripe, denuncia vereador Elton Carvalho

23 Mar 2020 - 16h44Por Redação
Desorganização marca início de campanha de vacinação contra a gripe, denuncia vereador Elton Carvalho - Crédito: Divulgação Crédito: Divulgação

Iniciou nesta segunda-feira, 23, a campanha de vacinação contra a gripe para idosos e profissionais da saúde. A campanha foi antecipada a pedido do Ministério da Saúde, com a intenção de diferenciar o diagnóstico da influenza, gripe e COVID-19.

Em São Carlos, o primeiro dia de campanha foi marcado por uma grande desorganização, de acordo com o vereador e presidente da comissão de saúde Elton Carvalho (PSB). Elton afirma que existe uma notória falta de padronização e orientação nos atendimentos.

“Nota-se que cada unidade de saúde executou a campanha de uma forma. Por exemplo, em algumas unidades recomendaram o agendamento por telefone para agendamento e atendimento domiciliar. Outras recomendaram levar com veículo próprio para ser vacinada na área externa da unidade e teve unidade no qual informaram que não tem equipamentos e equipe suficientes classificando a situação como indefinida”, explicou o parlamentar.

O vereador afirma que não houve orientação adequada e que não foi considerado um dimensionamento adequado do quadro de servidores. Além disso, falta material, epi’s como protetor solar, equipamentos e o desgaste das equipes pode acarretar afastamentos e aumento no déficit já existente.

“Desta forma, os servidores vão adoecer, serão afastados e a falta de profissionais pode comprometer ainda mais o atendimento da população. Alguns idosos ficam ansiosos visto que a mídia enfatizou a importância da vacinação para a proteção deles. Algumas cidades estão inovando e criando iniciativas como drive thru, uma medida inteligente e inovadora de executar a campanha de vacinação. Rápida, eficaz e segura”, complementou.

Elton explicou que sua equipe fez uma pesquisa nas unidades de saúde com maior abrangência territorial e de atendimentos. No total, foram pesquisadas dez unidades que apresentaram padrões diferentes de orientações, demonstrando a falta de um protocolo e padronização nos atendimentos.  

“O que causou grande desconforto para muitos servidores da saúde, considerando até mesmo um desrespeito, o fato de só tomarem conhecimento da vacinação domiciliar através da imprensa e redes sociais. Não foi enviada uma circular ou outra maneira formal de comunicação com os servidores”, finalizou.

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