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domingo, 28 de fevereiro de 2021
Região

Promotor de festas funk e eletrônica é preso por tráfico de drogas

08 Ago 2016 - 11h16Por Redação
Foto: araraquaraja.com - Foto: araraquaraja.com -

Um esquema envolvendo aparentemente a venda de maconha, cocaína e drogas sintéticas foi desmantelado com a prisão de um casal neste final de semana na Rua Geraldo Armado Cardoso, no Jardim das Flores, em Araraquara. O jovem de 29 anos, conhecido por promover festas funk e também eletrônica, admitiu a venda de drogas e isentou a namorada.

Mesmo assim, a garota de 20 anos foi presa por associação ao tráfico e está na cadeia feminina de Santa Ernestina. Os dois foram detidos próximos a um supermercado às margens da Rodovia Antônio Machado Sant'ana (SP-255) de carona com uma amiga. Havia denúncias do envolvimento dele com o tráfico e com ele foi encontrado R$ 880 em dinheiro. Ele, que viajaria para Parati, não soube explicar a origem da quantia.

Na casa deles, em um armário, os policiais encontraram uma caixa de sapato e dentro um tijolo de maconha, porção de cocaína, ecstasy, LSD e embalagens para embalar drogas, balança de precisão, faca com resquícios de maconha, além de um bloco com anotações sobre a contabilidade do tráfico. O material será investigado. A PM apreendeu, ainda, embalagens com lança perfume e um cartucho de calibre 7.62.

Em outro quarto, os policiais encontraram R$ 2.950 dentro de uma bíblia e R$ 55 sobre em um armário. Em uma mala dentro do carro a PM apreendeu porção de cocaína, seis comprimidos de ecstasy e cinco micropontos de LSD. Na delegacia, o promotor de festas admitiu o tráfico e disse que a mulher nada sabia. Afirmou ter comprado a maconha em Dourado e pago R$ 1.500. A cocaína custou R$ 500.

O jovem não comentou sobre o lança perfume e as drogas sintéticas. Apenas disse que 25 gramas de maconha custavam R$ 70 e a cocaína era vendida a R$ 20. O comprimido de ecstasy, chamado nas festas de 'bala', ele comprou por R$ 15 e vendia por R$ 25 ou R$ 30, dependendo do cliente. Ele tinha um total de 37 comprimidos. Aos policiais, o rapaz admitiu que R$ 800 era do tráfico. O restante vem do trabalho de DJ. (araraquaraja.com)

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