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sábado, 27 de fevereiro de 2021
Região

Polícia acredita que sushiman foi roubado e morto por pelo menos duas pessoas

13 Jul 2016 - 10h50Por Redação
Foto: araraquaraja.com/Claudio Dias - Foto: araraquaraja.com/Claudio Dias -

As dúvidas vão surgindo durante o desenrolar da investigação envolvendo a morte do sushiman Alessandro Iamada, de 38 anos, encontrado morto dentro do próprio carro em um canavial próximo a via de acesso à aodovia Antônio Machado Santana (SP-255), em Américo Brasiliense. Devido ao seu tamanho e peso, o delegado Jesus Nazaré Romão, que investiga o caso, acredita que o crime foi cometido por, no mínimo, duas pessoas.

"Não acredito que alguém sozinho conseguiu matá-lo e colocá-lo dentro do carro no banco traseiro", diz o delegado que trabalha, inicialmente, com a hipótese de latrocínio - roubo seguido de morte. A ideia inicial era de homicídio até descobrir-se que o telefone celular dele, um Iphone, o dinheiro, o CD player e até os alto-falantes do carro foram roubados.

"A nossa primeira impressão é mesmo de latrocínio. Até onde sabemos a vítima não tinha inimigos e levava uma vida tranquila", diz Romão, titular da delegacia de Américo Brasiliense. Ele está convencido de que o sushiman foi morto em outro local com um corte no pescoço e deixado no banco traseiro do carro nessa via de terra. Ele estava desaparecido desde às 16 horas de segunda-feira, quando saiu para ir ao supermercado.

O carro, um Polo, foi encontrado por acaso por funcionários que trabalham na manutenção de uma estrada próxima. O corpo foi reconhecido pela família e estava no banco traseiro. Há quatro anos no Brasil, Iamada passou duas temporadas no Japão trabalhando e, sem emprego fixo, trabalhava como sushiman, um profissional da gastronomia especializado nas técnicas de preparo da culinária japonesa, e também vendia perfumes e sabonetes.

Por enquanto, segundo o delegado, não existem pistas dos autores do crime do rapaz que morava no bairro do Carmo, em Araraquara. Esse é o primeiro latrocínio registrado em Américo Brasiliense desde 2011, data em que a Secretaria de Segurança Pública (SSP) passou a disponibilizar os dados estatísticos sobre esse tipo de crime. (araraquaraja.com - Cláudio Dias)

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