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sábado, 24 de outubro de 2020
Região

Meninas vampiras tentam matar coveiro em Araraquara

14 Out 2009 - 16h02Por Redação São Carlos Agora
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Imagem: InternetA Polícia Civil e a Guarda Municipal investigam uma tentativa de homicídio, no mínimo inusitada, cometida contra um servente de pedreiro de 21 anos, que trabalha como coveiro, no Cemitério São Bento, no Centro de Araraquara.

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Duas meninas insinuando serem ‘vampiras’ e ‘bruxas’ o seduziram e teriam tentado matá-lo como oferenda ao demônio. O fato aconteceu no dia 24 de setembro, foi registrado na delegacia no dia 30, mas se tornou público apenas nesta quinta-feira.

O servente não foi encontrado para comentar o episódio. À Guarda e à Polícia, o jovem disse que estava trabalhando no meio da tarde quando viu duas meninas, segundo ele, adolescentes, vestidas de preto próximas ao cruzeiro – espaço destinado a acender as velas e fazer as orações dentro do cemitério. As garotas o chamaram até o local e tentaram seduzi-lo.

“Uma delas o agarrou e o beijou, o chamando entre os túmulos”, diz o guarda municipal Marco Luis Paschoal, que acompanhou o caso. Ao deitar-se no jazigo, de acordo com o servente, uma das meninas pegou um objeto semelhante a um canivete e a colega, em seguida, disse: “já deu o tempo dele”.

Ao perceber que seria esfaqueado, o jovem de 21 anos reagiu, segurou o punhal, mas levou uma mordida no ombro. A faca foi abandonada. As meninas fugiram.

O delegado Marco Aurélio Barbosa, do 2º Distrito Policial, que investiga o fato, conta que o jovem ouviu das meninas declarações estranhas como: “ele deveria sangrar para ser dado como oferenda”. Além do guarda Paschoal, outros dois colegas, Valli e Nunes, da Ronda Ostensiva Municipal (Romu), dizem ter visto as mesmas meninas no cemitério minutos antes da tentativa de homicídio.

“Estamos ajudando a Polícia a encontrar essas meninas porque acreditamos saber quem elas são. De uma delas, inclusive, já sabemos o primeiro nome”, diz o guarda. O delegado, por sua vez, vai aguardar a identificação das garotas para seguir com o inquérito.

Cláudio Dias/Tribuna Impressa
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