terça, 05 de julho de 2022
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Acusado pela morte de empresária de Porto Ferreira é preso em Goiás

07 Mai 2022 - 09h43Por Redação São Carlos Agora
Acusado pela morte de empresária de Porto Ferreira é preso em Goiás - Crédito: divulgação Crédito: divulgação

Vanderlei Meneses, 42, que era sócio de Lucilene Maria Ferrari, 48, em um hotel de Porto Ferreira, foi preso na manhã de sexta-feira (6), na cidade de Rio Verde em Goiás.

O delegado João Fernando Baptista da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), disse que os trabalhos se iniciaram através da equipe do então delegado Eduardo Henrique Palmeira Campos, que se aposentou e foi quem em fevereiro de 2020, inicialmente prendeu Vanderlei no Centro de Triagem (CT) de São Carlos por 60 dias após descobrir que ele estaria intimidando testemunhas no inquérito policial e atrapalhando os trabalhos da Polícia Civil e do próprio Ministério Público Estadual (MPE).

Segundo as investigações que seguem em segredo de Justiça, foi Vanderlei que no dia 26 de dezembro de 2019, comunicou o desaparecimento da empresária Lucilene Maria Ferrari, que sumiu na noite do dia 24 de dezembro, véspera do Natal, alegando que ela teria saído para passar o natal com familiares em Descalvado, porém a família tinha informações contrárias.

PRISÃO PREVENTIVA

No dia 28 de abril deste ano, após todos os levantamentos da Polícia Civil, o delegado Alexandre da Silva Leonardo, encaminhou para o Ministério Público Estadual (MPE) e Poder Judiciário a representação sobre a Prisão Preventiva de Vanderlei Meneses, por considerá-lo responsável e principal suspeito da brutal morte e ocultação do cadáver da empresária, cujo corpo foi encontrado em outubro de 2020. O resultado do exame de DNA realizado na capital confirmou que o corpo era da empresária.

No dia 28 de abril deste ano, familiares sepultaram sob forte comoção no cemitério Cristo Rei, em Porto Ferreira o corpo da mulher

CENTRO DE TRIAGEM

Vanderlei Meneses, 42, deverá ser transferido para o Centro de Triagem (CT) de São Carlos e antes de ser encaminhado para o Anexo de Detenção Provisória (ADP) de Araraquara, deverá assinar documentos de sua prisão, que agora se tornou preventiva.

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