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quarta, 23 de setembro de 2020
Melhores salários

Direção do CPP vem a São Carlos para discutir reajuste dos professores com Márcio França

08 Jun 2018 - 08h03Por Marcos Escrivani
Cancelliero (centro) “Nossa proposta é que, através do diálogo seja suspensa essa liminar e os professores tenham esse aumento de 10,15%” - Crédito: Marcos EscrivaniCancelliero (centro) “Nossa proposta é que, através do diálogo seja suspensa essa liminar e os professores tenham esse aumento de 10,15%” - Crédito: Marcos Escrivani

A sede do Centro do Professorado Paulista (CPP) em São Carlos esteve movimentado nesta quinta-feira, 7, quando o presidente José Maria Cancelliero e os vice-presidentes Sílvio dos Santos e Loredania Pulseira Palomero estiveram na cidade com o intuito de lutar pelo reajuste nos salários dos professores.

Na ocasião foram recepcionados pelo diretor regional e vereador Azuaite Martins de França (PPS) e pelo deputado federal Roberto Freire (mesmo partido).

A visita do presidente do CPP a São Carlos foi estratégica, uma vez que o governador Márcio França (PSB) esteve presente para assinar convênios com várias cidades da região.

“Nossa vinda foi produtiva. Aproveitamos a presença do governador em nossa casa”, disse Cancelliero ao se referir ao CPP.

Segundo ele há quatro anos os professores estão sem reajuste e a defasagem neste período chegou a 25%. “O governador Geraldo Alckmin deu um reajuste de 7%. Mas há ainda uma dívida de 18%”, contabilizou.

REUNIÕES

A meta da direção do CPP é manter encontros periódicos com o Governo do Estado. Cancelliero informou que na próxima terça-feira, 12, está prevista uma reunião na Secretaria de Educação para dar encaminhamento as negociações.

Dentre os assuntos em pauta está a revogação de uma liminar da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Carmén Lúcia Antunes Rocha, sobre um reajuste de 10,15%. A ação na Justiça foi impetrada por Alckmin que alegava que tal reajuste extrapolava o limite prudencial do orçamento estadual.

“A nossa proposta é que, através do diálogo seja suspensa essa liminar e os professores tenham esse aumento de 10,15%, que seria dividido em três parcelas. Acredito que isso deva acontecer e assim a categoria possa ter o merecido reajuste”, finalizou Cancelliero.

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