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domingo, 07 de março de 2021
Polícia

USP nega fosfoetalonamina a criança em fase terminal

05 Abr 2016 - 17h29Por Redação
Polícia defronte ao laboratório de química da USP. (foto Arquivo) - Polícia defronte ao laboratório de química da USP. (foto Arquivo) -

Um polêmico boletim de ocorrência de prevaricação foi elaborado na tarde desta terça-feira, 5, no 3º e 5º DPs, pelo advogado Marcos José Vieira, de Patos de Minas/MG, contra uma funcionária do Instituto de Química da USP/São Carlos, que teria negado fornecer cápsulas da substância fosfoetalonamina para uma menina de 7 anos em estado terminal de câncer, com expectativa de vida, segundo os médicos, de seis meses.

A criança, segundo o advogado, tem ganho de causa na Justiça que obriga a USP a fornecer 1000 cápsulas que teria propriedades que combatem a doença.

LABORATÓRIO FECHADO

De acordo com Vieira, o laboratório do Instituto de Química estaria fechado e as cápsulas da substância existentes estariam deterioradas, impróprio para o consumo humano. Relatou ainda que, ao lado de um oficial de Justiça constatou que a produção estava paralisada por ordem do reitor da universidade.

Diante da negativa em fornecer a fostoetalonamina, o procurador procurou as autoridades policiais para a elaboração do BO de prevaricação. O caso será investigado.

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