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domingo, 28 de fevereiro de 2021
Polícia

São-carlense que alega ter sido estuprada e espancada acaba presa em Matão

22 Mar 2016 - 10h29Por Pedro Maciel
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Uma são-carlense alega ter sido presa em um prédio de uma antiga borracharia em Matão. Ela afirmou que solicitou uma ambulância do Samu e policiais militares. Afirmou que teria sido estuprada por um homem que não foi localizado.

O fato aconteceu na madrugada desta terça-feira, 22. Por volta da 1 hora da madrugada a suposta vítima, de 30 anos, foi socorrida por uma Unidade de Suporte Avançado (USA) no Residencial Cadioli, onde após receber os primeiros atendimentos foi encaminhada para a emergência do hospital Carlos Fernando Malzoni, onde um médico constatou que a ela teria mantido relação sexual. Havia indícios de estupro.   

Ouvida por policias militares a mulher disse que seria garota de programa e seu "ponto" era na avenida Getúlio Vargas em São Carlos e devido a falta de espaço se mudou para Matão e aproveitava o prédio de uma borracharia, localizada na avenida Trolesi para realização de programas sexuais.

Desta forma, após ser contratada por um homem desconhecido teria aceitado fazer um programa com o cliente, mas ele teria descumprido o acordo. Durante a relação o suposto estuprador teria tentado amarrá-la e após entrar em luta corporal com o cliente a são-carlense afirmou que correu para uma das ruas do residencial e acionou o Samu, pois teria sofrido ferimentos durante briga com o suposto cliente.

Policiais militares ao realizarem o boletim de ocorrência solicitaram ao Copom uma pesquisa sobre a garota de programa e para surpresa dos PMs a suposta vítima estaria com mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário de São Carlos, acusada pela prática de furto e teria sido condenada a pena em regime fechado de um ano e dois meses.

Os policiais apuraram que a mulher teria ainda passagens pelos crimes de roubos, tráfico de drogas e um homicídio. Diante dos fatos a são-carlense recebeu voz de prisão e foi encaminhada ao plantão da Polícia Civil de Matão, onde foi ouvida pelo delegado Alfredo Gagliano Júnior que registrou a queixa da mulher que alegava ter sido violentada e posteriormente confeccionou o Registro Digital de Ocorrência (RDO) sobre captura de procurado. No início da manhã sob escolta de policiais civis foi encaminhada para cadeia feminina de Santa Ernestina, onde aguarda as providencias da Justiça Criminal de São Carlos.

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