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sábado, 26 de setembro de 2020
Irregular

Operação fecha escola que oferecia cursos na avenida São Carlos

25 Mai 2018 - 10h46Por Redação São Carlos Agora
Operação fecha escola que oferecia cursos na avenida São Carlos - Crédito: Maycon Maximino Crédito: Maycon Maximino

O 3º Distrito Policial de São Carlos, Guarda Municipal e a Fiscalização de Posturas da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano realizaram um a operação na manhã desta sexta- feira (25) para verificar denúncias de irregularidades em uma empresa de cursos profissionalizantes localizada na Avenida São Carlos na região central.

Os policiais civis e a fiscalização foram informados que havia várias denúncias protocoladas de cobrança abusiva, mediante constrangimento e publicidade enganosa no Procon de São Carlos, bem como houve o registro de boletim de ocorrência na delegacia.

A escola chamada Universidade Corporativa oferecia cursos e prometia agendamento de entrevistas de empregos, mas na maioria dos casos a pessoa não conseguia a vaga.

No local foi verificado que o estabelecimento não possuía Alvará de Licença e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros para o devido funcionamento, sendo Interditado.

Todo procedimento será encaminhado ao Ministério Publico.

JOVEM É LESADO

Uma jovem que não quis se identificar, em entrevista ao São Carlos Agora, disse que seu irmão foi lesado pela escola.

Ele tomou conhecimento da “oportunidade”, uma vez que um representante teria entrado em contato via fone e afirmou ter uma oportunidade de emprego. “Meu irmão veio, ouviu a proposta. Teria que fazer o curso (Informática Básica) e sairia encaminhado para o mercado do trabalho”, disse a jovem.

Toda semana a jovem afirmou que entrava em contato com a escola e a resposta que tinha era que não tinha previsão de quando as aulas iriam começar. “Sempre tinha uma desculpa. Falavam que estavam formando turmas. Depois que estavam comprando computadores. Enfim, só enrolavam”, afirmou.

Segundo ela, foi paga a matrícula (R$ 150) e duas mensalidades no mesmo valor. “Está chegando o terceiro mês de vencimento e o curso não começa. Quando fui tentar reaver o dinheiro que aplicamos, encontramos a porta fechada e a Prefeitura interditando o local”, disse.

DINHEIRO DE VOLTA

Indagada, a jovem que afirmou ter caído em um golpe, quer reaver o dinheiro aplicado. Contudo, não sabe se entra na Justiça. “Ela é muito morosa. Estou desanimada”.

Local foi interditado por falta de licença e alvará do Corpo de Bombeiros.

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