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quinta, 12 de dezembro de 2019
Polícia

Mais de 30 celulares são furtados durante a TUSCA

Os registros constam no 1º e 4º Distritos Policiais, nos dias da Taça Universitária de São Carlos

19 Nov 2019 - 15h51Por Redação São Carlos Agora
Tusca: organização do evento estimou um público de 150 mil pessoas em quatro dias de festa - Crédito: Divulgação/PMTusca: organização do evento estimou um público de 150 mil pessoas em quatro dias de festa - Crédito: Divulgação/PM

De 150 ocorrências contabilizadas nos últimos 5 dias no 1º e 4º Distritos Policiais, que agregam uma população de 130 mil habitantes, 88% versam sobre fatos relacionados à Taça Universitária de São Carlos (Tusca). Os furtos e perdas de documentos, entre eles CNHs, RGs, cartões de crédito e dinheiro representaram 64% dos registros, com 96 ocorrências. Já os celulares, foram 36 furtos, ou seja, 24%. Os 12% restantes são ocorrências do cotidiano.

A Taça Universitária de São Carlos aconteceu de 14 a 17 de novembro. A assessoria do evento estimou um público de 150 mil pessoas, a geração de 2 mil empregos diretos e 8 mil indiretos. Os boletins foram analisados até o dia 18. Como as vítimas foram orientadas ao registro eletrônico dos crimes, a

Delegado Maurício Dotta e Silva apontou queda nas ocorrências

estatística é considerada parcial.

O titular das delegacias, Maurício Antônio Dotta e Silva, afirmou que os celulares são objetos de valor – os modelos mais baratos não saem por menos de R$ 1 mil. Ele lembra que em festas com grandes aglomerações, os ladrões enxergam oportunidades para agir. “A orientação da polícia é como de um pai para filho. Não ande com o objeto no bolso de trás, esconda o celular... São cuidados básicos para você não perder um bem. Hoje, a vida da pessoa está no celular. A pessoa precisa saber que o celular transcende o valor monetário, mas apresenta os dados pessoais do indivíduo”, acrescentou.

Queda

Maurício Dotta e Silva ponderou. Como acompanha o pós-Tusca há anos, ele destaca a queda nos registros policiais. Mas acrescentou que isso não significa que os estudantes devem abusar, mas sim respeitar as leis. “Os fatos reportados são de menor importância, que não mexem com o clamor público. Isso significa que o pessoal da Tusca está mais organizado e consciente das condições de segurança, que cada um deve desempenhar. Eu acho que a festa está apresentando uma evolução positiva, mas isso não significa que nos anos posteriores ou em outras festas universitárias, deva acontecer os abusos”, assinalou.

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