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domingo, 31 de maio de 2020
Polícia

Jovem acusa ex-marido de rapto e estupro

29 Mar 2020 - 14h40Por redação
Jovem acusa ex-marido de rapto e estupro - Crédito: imagem ilustrativa Crédito: imagem ilustrativa

Uma jovem de 21 anos está acusando seu ex-companheiro de 25 de rapto e estupro,

Ela compareceu ao plantão policial no final da tarde de sábado (28), contando que três dias antes estava no terminal rodoviário quando chegaram seu ex-marido, com que foi casada por cinco anos e teve três filhos, e o irmão dele, um adolescente de 14 anos. Os dois estavam armados com uma faca e a obrigaram a acompanhá-los.

Segundo ela, eles a colocaram dentro de um carro, seguiram pela rua Dona Alexandrina, passaram pelo São Carlos Clube e pela rua Episcopal, até o mercado municipal e depois foram até a rua que fica atrás do colégio Diocesano, próximo à linha férrea, onde entraram em uma casa branca, abandonada, a colocaram amarrada em uma cadeira e a amordaçaram.

Ela contou que permaneceu lá por três dias e que nesse tempo era constantemente agredida pelos dois e que o ex-marido mantinha relações sexuais com ela, forçadamente, pelo menos três vezes por dia, enquando o adolescente assistia.

No terceiro dia, ao acordar, ela disse que percebeu que estava sozinha e que a corda estava meio frouxa, então conseguiu se soltar e fugiu para a rua, pedindo ajuda a uma desconhecida, na avenida Tancredo Neves. Essa pessoa lhe deu uma muda de roupa para que ela pudesse se trocar, já que suas roupas estavam sujas de urina, ela usou o banheiro de um posto de combustíveis próximo dalí para fazer a troca e pediu a outra desconhecida que a levasse até a casa de uma amiga, no Santa Felícia, mas esta não estava em casa, então pediu ajuda a vizinha dela para chamar a polícia, que foi ao local e a conduziu ao plantão policial.

No plantão, ela narrou o ocorrido, e disse que o acusado é usuário de drogas e não aceita o fim do relacionamento. Disse também que já foi agredida por ele anteriormente e possuía uma medida protetiva, mas a mesma foi revogada em Fevereiro deste ano.

Apesar dos relatos de violência e de ter permanecido amarrada por três dias, a suposta vítima não apresentava marcas ou lesões e foi encaminhada a Santa Casa para exames e cuidados necessários.

O caso será investigado.

 

 

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