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quarta, 24 de fevereiro de 2021
Polícia

Gado da região de São Carlos vira moeda de troca para quadrilha de Rio Claro

10 Mai 2016 - 17h02Por Pedro Maciel
Foto: Divulgação - Foto: Divulgação -

A equipe do delegado Maurício Antônio Dotta e Silva do 1º e 4º DPs investiga uma quadrilha de furto e roubo de máquinas agrícolas e gado que age na região de São Carlos. No início da semana os policiais civis descobriram que parte das 65 cabeças que foram identificadas como sendo furtada e estariam sob responsabilidade de um fazendeiro na região do Broa em Itirapina estariam desnutridas por falta de alimentação.

Os policiais descobriram ainda que seis cabeças de gado de corte, além de outras 15 que não estão mais no pasto daquela fazenda teriam sido usadas para compra de um trator Massey Fergunson, vermelho, modelo 265, cuja máquina estaria na posse de um agropecuarista do Varjão. 

Dotta ao avaliar a máquina com seus policiais, também constatou que havia uma plaqueta apontando que o trator era da cidade de Limeira. A máquina foi apreendida, bem como as cabeças de bois foram retiradas da fazenda na região do Broa.

HÍPICA DE RIO CLARO

Quando a terceira fase desta operação estava se encerrando, um funcionário e um mecânico de uma hípica de Rio Claro, informaram ao delegado no 1º e 4º DPs que lendo notícias através do São Carlos Agora, tomaram conhecimento da operação "QG" (Quartel General), observaram as máquinas e perceberam semelhança com a mesma que teria sido furtada por uma quadrilha no final do mês de fevereiro na hípica.

Os funcionários apresentaram a nota da compra do trator com toda numeração pertinente e o mecânico apontou marcas no trator que somente ele saberia informar. Após registrar a identificação da máquina o delegado Maurício Antônio Dotta e Silva liberou o trator que estava apreendido no pátio da Ciretran.

MOEDA DE TROCA

Dotta não descarta que exista uma negociata envolvendo quadrilhas de várias partes da região e segundo ele o gado pode sim estar sendo usado como moeda de troca com máquinas e implementos agrícolas e com isto as quadrilhas dificultam o trabalho de policiais. O delegado disse também que o leque está se abrindo e a cada dia outras pessoas são incluídas no inquérito policial que tenta identificar e prender todos os integrantes da quadrilha que agre na região.

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