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sábado, 15 de maio de 2021
Polícia

Família está revoltada por não conseguir enterrar parente

27 Jun 2012 - 09h31
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A morte de um comerciante da noite desta terça-feira (26) está provocando a revolta de seus familiares que estão tendo um grande transtorno para a liberação do corpo.

O comerciante Luis Cirpiano de Souza, de 50 anos, foi encontrado morto por volta das 18h em sua casa na rua Pedro de Almeida, na Vila Conceição.  Segundo familiares, eles acionaram o Samu que não foi ao local. "Eles me informaram que o Samu tem ordem de não ir ao local, quando a morte é natural", disse a cunhada da vítima.

Os familiares então acionaram a funerária que encaminhou o corpo do comerciante até a UPA da Vila Prado, onde o médico recusou-se a atestar o óbito. Eles então se dirigiram até a delegacia, onde foi registrado um Boletim de Ocorrência para poder encaminhar o corpo a Américo Brasiliense para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO).

No boletim de ocorrência diz que o corpo deveria ser levado ao Instituto Médico Legal de São Carlos e não para o SVO.

Por este motivo, a funerária ainda não conseguiu levar o corpo até Américo, pois ainda está esperando a chegada de um delegado responsável para registrar um novo Boletim de Ocorrência e assim poder levar o corpo a outra cidade.

Enquanto isso, os familiares estão revoltados com a demora e a falta de consideração com o morto. "A mãe do Luis está desolada e indignada com esta situação, ela tem 73 anos, e não precisava passar por uma situação dessas, é lamentável."

A família ainda está preocupada com o enterro do familiar. "O Luis foi encontrado morto ontem, porém acreditamos que ele tenha falecido há dois dias, com essa demora, o caixão dele terá que ser lacrado e os familiares não poderão vê-lo pela última vez", desabafa a cunhada.

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