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sexta, 25 de setembro de 2020
Polícia

Fábrica da Pinkbiju é destruída por incêndio

25 Ago 2014 - 21h58

Um incêndio de grandes proporções atingiu a fábrica de bijuterias da empresa Pink Biju na noite desta segunda-feira (25), na avenida Helio Frigori, no Ceat.

Segundo o encarregado de 33 anos, ele ficou até o final do expediente para fechar as portas da firma, quando constatou um foco de incêndio no setor de estoque de mercadorias que fica no barracão principal. Imediatamente ele pegou o extintor de incêndio e tentou controlar o fogo, mas sem êxito.

Neste instante ele percebeu que havia outro foco de incêndio no setor de insumos que fica a 150 metros do primeiro foco.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e com a ajuda de brigadas de incêndio de empresas da região conseguiu controlar o incêndio depois de algumas horas. O fogo consumiu tudo o que havia no barracão.

O capitão do corpo de Bombeiros, Vitor Puato, confirmou que a empresa foi destruída e que apenas 600 metros quadrados de parte do estoque foram preservados. Segundo ele aproximadamente 4,5 mil metros quadrados de um enorme barracão que estava instalada a fábrica e depósito da Pink Biju foi devorado pelo fogo.

Indagado sobre a suposta hipótese de um incêndio criminoso o comandante dos bombeiros informou que através de laudos do Instituto de Criminalística (IC) e dos trabalhos da Polícia Civil é que se poderá apontar o que teria ocorrido para o fogo destruir a empresa. O capitão também informou que abriu várias frentes de trabalho para evitar que o fogo se propagasse para outras empresas instaladas nas imediações.

O prefeito Paulo Altomani (PSBD) esteve no local e determinou que o SAAE e a Defesa Civil desse todo respaldo ao Corpo de Bombeiros e lamentou o sinistro que segundo comentários teria sido criminoso.

O empresário de 41 anos, proprietário da empresa disse que no momento em que ocorreu o incêndio apenas dois funcionários estariam trabalhando no interior do prédio e até tentaram debelar o fogo que devorou tudo em minutos. Ele também disse que não teria como avaliar o total dos prejuízos, porém informou que o estoque que já estaria pronto para ser encaminhado às lojas não possuia seguro.

Como toda família ele disse que está preocupado e somente nesta terça-feira vai se reunir com a polícia, pois segundo ele, dois homens teriam sido vistos adentrando o prédio e ateando fogo na empresa. Ele finalizou dizendo que espera uma resposta da polícia.

Imagens de câmeras de segurança serão analisadas pela polícia para tentar identificar possíveis autores do incêndio que pode ter sido criminoso.

O caso está sendo investigado pela DIG.

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