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quinta, 25 de fevereiro de 2021
Polícia

Esposa de professor assassinado em São Carlos ficará presa com Elize Matsunaga, Ana Jatobá e Suzane Richthofen

29 Jun 2016 - 14h13
Milene aparece em foto ao lado do professor Sonoda. (foto Facebook) - Milene aparece em foto ao lado do professor Sonoda. (foto Facebook) -

No final da manhã desta quarta-feira (29), a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Carlos, transferiu da cadeia feminina de Ribeirão Bonito para o Centro de Detenção Provisória (CDP) do Carandiru, na capital paulista a advogada Milene Estácio da Silva, 36, viúva e acusada de participar da morte do professor universitário Milton Taidi Sonoda, 39, assassinado no dia 19 de maio, com golpes de faca pela filha dela, uma adolescente de 17 anos. O corpo do professor ainda foi empacotado, colocado em seu próprio veículo e incendiado no interior do automóvel às margens da SP 215 - rodovia Professor Luiz Augusto de Oliveira em São Carlos.

A ordem de transferência partiu do juiz da 3ª Vara Criminal de São Carlos, André Luiz de Macedo, que no final da tarde de terça-feira (28) expediu o mandado de prisão preventiva contra a advogada. O pedido foi solicitado pelo delegado Gilberto de Aquino da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

Posteriormente Milene deverá ser transferida para a cadeia feminina de Tremembé, no Vale do Paraína, onde estão presas Ana Carolina Jatobá, assassina da afilhada Isabela Nardoni de 5 anos, de Suzane Von Richthofen que coordenou a morte do pais e Elize Araújo Kitano Matsunaga, que além de matar o esposo, ainda picou seu corpo e colocou em malas.

AMANTE

A DIG ainda segue investigando a advogada e um dependente químico e ex-presidiário da capital paulista com quem ela teria tido um relacionamento extraconjugal. O suposto amante deverá ser intimado para prestar depoimentos na DIG e se houver qualquer indícios de que ele possa ter participação no crime do professor universitário em São Carlos o delegado Gilberto de Aquino disse que certamente ele será relacionado no Inquérito Policial que está em fase de conclusão.

Ana Jatobá , Elize Matsunaga, e Suzane Richthofen estão presas em Tremembé.

A advogada confessou o crime e disse que, sob a sua supervisão, a filha adolescente matou o marido a facadas. Elas pensavam em enterrar o corpo, mas mudaram de ideia e queimaram o carro com a vítima dentro. O filho do casal de cinco anos estava na casa no momento no crime, mas não viu nada, pois foi dopado pela mãe. O crime foi motivado porque o professor pretendia mudar de casa e investiu o dinheiro da família na obra em ouro Estado. Ela, no entanto, não aceitava se mudar e muito menos ficar descapitalizada.

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