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quarta, 21 de abril de 2021
Pet animais

Cachorrinha morre envenenada na Vila Prado

Assustada e entristecida, moradora faz alerta; fato teria ocorrido em frente ao prédio abandonado na Avenida José Pereira Lopes

05 Fev 2018 - 08h47
Foto: Divulgação - Foto: Divulgação -

A pequena Nina agora repousa no céu. Uma cachorrinha de pequeno porte que morreu envenenada no dia 26 de janeiro, enquanto passeava com seus proprietários. O fato teria ocorrido em frente a um prédio abandonado na Avenida José Pereira Lopes, na Vila Prado.

A proprietária da cachorrinha, entristecida e preocupada, demorou alguns dias, mas procurou o São Carlos Agora para alertar outras pessoas e teme que até uma criança possa ser vítima de uma pessoa que julgou como monstro por ter deixado um objeto com o veneno em plena calçada.

Na manhã deste domingo, Suilly de Oliveira Lopes Morales, bancária, 32 anos, residente na rua Papa João 23 concedeu entrevista onde relatou o ocorrido, os momentos de angústia e fez o alerta para àqueles que ainda estão desavisados sobre o perigo que ronda aquela região.

Suilly disse que Nina não tinha raça definida e foi adotada junto a uma ONG em 2015 com 45 dias de vida. "Desde então passou a fazer parte de nossa família. Era uma filhinha de 3 anos. Ficava dentro de casa, essa brincalhona e carinhosa", conta a proprietária. "Todos os dias eu e meu marido (Fábio) passeávamos com ela com uma guia. Naquele dia (26 de janeiro) estávamos na calçada em frente ao prédio quando a Nina sentiu vontade de defecar. Esperamos e quando meu marido foi recolher as vezes, nos distraímos e ela comeu algo azulado que estava em cima de uma tampa amarela. Ficamos surpresos, voltamos para casa e a Nina estava com o comportamento normal. Não pensamos que aquilo que ela ingeriu fosse veneno", lamentou. Isso aconteceu por volta das 18h30.

Entretanto, a partir das 22h, começaram os momentos de desespero de Suilly e Fábio. Nina passou a vomitar e gritar de dor. "Levamos ao veterinário, que tentou reverter o quadro com medicamentos e soro. Mas a Nina gritava de dor, teve febre superior a 44 graus, foi para o balão de oxigênio. Mas não teve jeito. Ela sofreu muito antes de morrer", disse a proprietária emocionada. "Minha tristeza não tem tamanho. Era uma companheira e me abraçava quando chegava em casa. Era meu presentinho diário. A Nina só faltava falar. Ela era uma anjinha. Hoje tento digerir tudo o que aconteceu. Não penso em uma nova adoção", disse.

ALERTA

Apesar de entristecida, Suilly teve discernimento para procurar alertar pais e suas crianças pequenas. "Um monstro deixou veneno na calçada em frente aquele prédio. Peço para que as crianças e os pais tenham cuidado. A Nina, infelizmente foi vítima de uma atrocidade. E quero alertar: imagina se uma criança seja uma vítima. Todo cuidado é pouco", finalizou.

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