Cidade

Lucão Fernandes apoia "Programa Antes que Aconteça" para proteção da mulher

Entre as medidas está a instalação das Salas Lilás em órgãos públicos; vereador afirma que políticas públicas voltadas à proteção da mulher devem ser prioridade permanente

15 MAI 2026 • POR Da redação • 07h32
Violência contra mulher (imagem ilustrativa) - Freepik

Para ampliar a rede nacional de prevenção e apoio a mulheres vítimas de violência, começou a valer, no dia 4 de maio, o Programa Antes que Aconteça. O texto, publicado no Diário Oficial da União, prevê a instalação das Salas Lilás – espaços humanizados em órgãos públicos e instituições de segurança, como delegacias, destinados ao acolhimento de mulheres e meninas em situação de violência.

São objetivos do programa:

Além disso, as casas-abrigo serão ampliadas. Esses espaços temporários, destinados a mulheres e seus dependentes em situação de risco iminente, terão o número ampliado.

Outra iniciativa prevista no projeto é a prestação de serviços itinerantes em unidades móveis e vans, com oferta de atendimento psicológico, jurídico e social gratuito em locais de difícil acesso, escolas e comunidades.

O Programa Antes que Aconteça é resultado de atuação conjunta da Bancada Feminina do Congresso Nacional, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e dos Conselhos Nacionais de Justiça e do Ministério Público.

Em 2025, o Brasil atingiu recorde de feminicídios. Foram quatro mortes por dia. No total, o país registrou 1.518 vítimas no ano passado.

LUCÃO APOIA O PROJETO – O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Lucão Fernandes, destacou a importância do Programa Antes que Aconteça como um avanço necessário no combate à violência contra a mulher em todo o país.

“Essa é uma iniciativa que chega em um momento urgente. Os números da violência contra a mulher no Brasil são alarmantes e exigem ações concretas, humanas e preventivas. A criação das Salas Lilás representa acolhimento, proteção e dignidade para mulheres que, muitas vezes, estão vivendo o momento mais difícil de suas vidas”, afirma ele.

Lucão também ressaltou a importância da união entre os poderes públicos para fortalecer a rede de apoio às vítimas. “Não basta apenas punir. É preciso agir antes que a violência aconteça, oferecendo suporte psicológico, social, jurídico e segurança para que essas mulheres consigam romper o ciclo da violência. Quando o poder público se une em torno dessa causa, quem ganha é a sociedade”, ressalta.

O presidente ainda afirmou que políticas públicas voltadas à proteção da mulher devem ser prioridade permanente. “Falar de proteção à mulher é falar de respeito à vida, à família e aos direitos humanos. Precisamos ampliar o debate, conscientizar a população e garantir que nenhuma mulher se sinta sozinha diante da violência”, conclui. (Com informações da Agência Brasil).