São Carlos tem saldo positivo de 1.365 vagas no 1º trimestre de 2026
Os dados revelam que os cinco principais segmentos da economia de São Carlos geraram 524 empregos no mês de março de 2026
1 MAI 2026 • POR Da redação • 06h45
Dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados na tarde desta quarta-feira, 29 de novembro, pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, revelam que São Carlos apresentou saldo positivo de 1.365 vagas no mercado de trabalho no primeiro trimestre de 2026. Este saldo é a diferença entre 13.010 contratações de trabalhadores e 11.645 demissões.
O CAGED pesquisa mensalmente a variação do trabalho formal, ou seja, o emprego com carteira assinada e com direitos trabalhistas, como férias remuneradas acrescidas de um terço do salário, décimo terceiro salário, aviso prévio, FGTS, entre outros.
O setor que mais gerou empregos em São Carlos nestes três meses de 2026 foi a indústria, com saldo positivo de 621 vagas. A área fabril admitiu 3.371 pessoas e demitiu 2.750. Em seguida vem o setor de serviços, que contratou 5.514 pessoas e cortou outras 4.935, apresentando saldo positivo de 579 postos de trabalho.
“Percebemos um avanço da indústria. O setor metalúrgico, por exemplo, voltou a ter uma base com cerca de 12 mil trabalhadores, depois de enfrentar uma queda nos últimos anos”, afirma o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté, Vanderlei Strano.
A construção civil absorveu 940 pessoas no período analisado e eliminou outros 738 contratos, com saldo positivo de 202 postos de trabalho. A agropecuária gerou 23 vagas. O setor contratou 406 pessoas no primeiro trimestre do ano e cortou outras 383.
O comércio foi o único setor com números negativos. O segmento fechou 60 vagas, pois admitiu 2.779 trabalhadores e registrou 2.839 cortes.
ECONOMIA SÃO-CARLENSE GEROU 524 POSTOS DE TRABALHO EM MARÇO – De acordo com o CAGED, os cinco principais segmentos da economia de São Carlos geraram 524 empregos no mês de março de 2026. Este número corresponde à diferença entre 4.590 novos contratos e 4.066 rescisões contratuais.
O setor de serviços abriu 231 novos postos de trabalho, pois admitiu 1.799 e demitiu 1.568 pessoas. A construção apresentou 584 admissões e 426 cortes, com saldo positivo de 158. O comércio gerou 64 novos postos de trabalho, pois admitiu 924 e demitiu 860 pessoas. A agropecuária fechou 2 empregos, diferença entre 46 novos contratos e 48 desligamentos. A indústria gerou 9 vagas, diferença entre 706 admissões e 697 cortes.