Duplicação da SP-318 atinge 96% e entra na fase final de obras
25 FEV 2026 • POR Jessica CR • 13h34A obra de duplicação de 31 quilômetros da Rodovia Engenheiro Thales de Lorena Peixoto Júnior (SP-318), do km 280 – entroncamento com a SP-255 - ao km 249, em São Carlos, sob gestão da Arteris ViaPaulista, atingiu 96% de conclusão dos serviços e segue em fase de acabamento, cujos trabalhos integram a reta final do investimento. Dos 31 quilômetros de duplicação, cinco quilômetros de rodovia e dois dispositivos já estão abertos ao tráfego. Outros quatro novos dispositivos estão finalizados e passando pela aprovação final da Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo).
A obra no segmento viário da SP-318, iniciada em 2024, proporcionará condições mais seguras de tráfego no entroncamento entre as duas rodovias (SP-318 e SP-255), que conectam as cidades de São Carlos, Rincão e Araraquara, favorecendo a infraestrutura do corredor logístico Ribeirão Preto x São Carlos. O investimento na duplicação da SP-318 é de aproximadamente R$ 184 milhões.
“A valorização da vida através da segurança viária é a premissa que norteia as intervenções e investimentos realizados pela Arteris ViaPaulista. Investir na modernização da rodovia, com a duplicação e construção de dispositivos em desnível, é proporcionar deslocamentos mais seguros”, define Rafael de Melo, superintendente de Grandes Obras da concessionária.
A implantação de novos dispositivos localizados nos quilômetros 249, 253, 259, 263, 274, 277 e 279, além da remodelação do dispositivo no quilometro 269, resultará em redução de acidentes causados pela travessia em nível, e consequentemente na diminuição de ocorrências de colisões frontais e transversais.
A nova pista beneficiará diretamente os municípios de São Carlos, Rincão, Guatapará, Araraquara, Américo Brasiliense e Santa Lúcia, que juntas somam cerca de 550 mil moradores. Com a modernização, a rodovia será constituída de duas novas faixas de rolamento. A divisão dos sentidos norte e sul será feita por elementos de contenção longitudinal, que conferem mais segurança à trafegabilidade, além de implantação de nova sinalização vertical e horizontal.
À medida que os serviços são executados, bloqueios e desvios são necessários. Esse tipo de intervenção exige mais atenção de motoristas, já que há impacto no tráfego e a necessidade de redução da velocidade para evitar acidentes, principalmente de colisão traseira. Também é necessário respeitar a sinalização e estar atento a presença de trabalhadores nas vias.
A expectativa da empresa é liberar o tráfego nos próximos meses, após aprovação da Agência.