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sexta, 26 de fevereiro de 2021
Esportes

Tranquilidade e precisão. Receita de Lucas Chinaqui para a segunda fase da A3

08 Abr 2016 - 08h51
Foto: Divulgação - Foto: Divulgação -

O estádio municipal Professor Luís Augusto de Oliveira será palco da estreia do São Carlos na segunda fase da Série A3. A partir das 17h enfrenta o Rio Preto. No outro jogo, o Catanduvense recebe a visita do Atibaia. As duas partidas integram a primeira rodada do grupo 3.

Na fase de classificação o histórico da Águia contra os três adversários não é dos melhores. Em nove pontos disputados, conquistou somente um, no empate frente a Catanduvense (0 a 0, em casa). Contra o Atibaia, em seus domínios, derrota por 3 a 1.

O encontro contra o Rio Preto, foi fora de casa e os são-carlenses amargaram uma goleada: 4 a 0 para o adversário, que não deu chances a Águia.

O meia Lucas Chinaqui, 22 anos, é um dos jogadores que mais atuou na fase de classificação mesmo com o rodízio 'inteligente' implantado pelo técnico Rafael Guanaes. "Talvez seja pelo meu desempenho nas partidas. Procuro fazer o melhor e atender o que ele (técnico) pede", disse.

Nesta fase decisiva de tiro curto onde após seis jogos serão conhecidas as equipes que conquistarão o acesso a Série A2 (Flamengo, Matonense, Nacional e Sertãozinho estão no grupo 2), Chinaqui garante que chegou o momento de cada atleta se aplicar ainda mais a cada apresentação e esquecer o passado.

"Não vem ao caso lamentar resultados negativos. Estamos em uma nova fase onde todos começam do zero. Portanto bola para frente e buscar resultados positivos. Acredito que 16 pontos são suficientes para o primeiro lugar", contabilizou.

TRANQUILIDADE E PRECISÃO

Para a nova maratona de jogos decisivos, Chinaqui deu a sua receita para que o São Carlos conquiste o acesso: "ter mais tranquilidade, manter o foco e errar menos. A vitória virá nos detalhes. Não podemos mudar nosso padrão de jogo e manter a posse de bola. Na finalização, ser precisos e letais", disse.

NOVA POSTURA

Em casa, na primeira fase, São Carlos não foi bem. Em nove jogos, apenas quatro vitórias, três empates e duas derrotas. Chinaqui admite que o clube "não fez a lição de casa", mas garante que a partir de agora os atletas devem ter nova postura e fazer prevalecer o mando de jogo.

"Jogar em casa, perante a torcida, é importante e temos que ganhar os nove pontos. Nossa obrigação e manter o bom aproveitamento fora de nossos domínios. Todos têm que estar cientes que serão seis finais, seis decisões. Então temos que nos aplicar ainda mais a cada 90 minutos", finalizou. 

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