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sexta, 21 de fevereiro de 2020
Natação

São-carlenses passam por baterias de exames de última geração

30 Dez 2019 - 13h58Por Marcos Escrivani
São-carlenses passam por baterias de exames de última geração - Crédito: Marcos Escrivani Crédito: Marcos Escrivani

Melhor o rendimento e buscar a excelência. Poder trabalhar as atletas individualmente com o intuito de fazer com que os resultados sejam os melhores possíveis na temporada 2020.

Com estas metas as nadadoras da LCN/Aquário Fitness Mirella Colloca Vaz, Giovana de Paula Pegion, Valentine Lorena Ferrarini do Amaral e Julia Y Castro Pavan Ribeiro passaram ao longo de 2019 por uma série de avaliações físicas e nutricional. Além de um teste de lactato feito durante treinos realizados na piscina da Fundação Educação São Carlos (Fesc) pelo voluntário Ricardo Marcos Liberatori Junior, 31 anos, que faz Doutorado em Fisioterapia na UFSCar.

A bateria de exames, considerados de última geração, foram feitos, de acordo com Mitcho Bianchi no intuito de melhorar o desempenho das atletas. “Com um diagnóstico em mãos irei analisar os resultados irão apontar como está cada atleta. A composição óssea, muscular, taxa de gordura, entre outros detalhes. Assim poderei dimensionar o trabalho e realizar atividades individuais, nem risco de possíveis lesões e ter condições de dar treinos no sentido de tirar o melhor que cada nadadora possui. Dimensionar a carga de treinos, sem praticar excessos”, comentou Mitcho.

LACTATO

Ricardo Junior que realizou de forma voluntária os testes de lactato (Lactacidemia Pico), através de acompanhamento nas quatro nadadoras na Fesc disse que o exame é feito com um esforço máximo que faça o atleta alcançar a fadiga muscular. Para as atletas foi utilizado o teste de 400 metros nado crawl com força máxima do começo ao fim do teste. “Este teste foi adaptado de um estudo e é utilizado no meu estudo de doutorado. O ácido lático é um marcador sistêmico de fadiga muscular, por isso é feita uma coleta de duas coletas de sangue antes e depois do teste máximo. Para comparar a atleta em repouso com os níveis de fadiga após o tiro máximo. O lactato, quando acumulado entre as fibras musculares, além de causar dor e incômodo muscular, causa uma diminuição da atividade enzimática e também na capacidade de produção de foça”, disse o doutorando.

Segundo ele, o teste é importante para verificar qual é a produção máxima de lactato que os atletas tem após uma prova extremamente desgastante e após um processo de preparação física durante a pré-temporada de 2020. “Iremos verificar novamente esses níveis para traçar objetivos de treinamento e performance das atletas uma vez que com o treinamento os atletas tender a produzir menos ou absorver mais rápido e de forma mais eficaz o ácido lático”, ponderou. “Uma vez traçada a intervenção de treinos adequada para cada uma das atletas avaliadas, acreditamos quem após um período de preparação física para essas atletas os níveis de lactado após uma prova desgastante, sejam baixos. Assim, o tempo de recuperação muscular dessas atletas pode ser menor, favorecendo o melhor desempenho entre provas e também entre os treinos”, finalizou.

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