quinta, 27 de janeiro de 2022
Embaixo d’água

Rodrigo Jardim garante empate da Águia e sobrevida ao Grêmio

Goleiro do São Carlos fez duas defesas milagrosas seguidas e garantiu o empate em 0 a 0 contra o América/MG

06 Jan 2022 - 21h14Por Marcos Escrivani
Sob forte chuva, São Carlos e América ficaram no 0 a 0 - Crédito: Brendow Felipe/São Carlos FCSob forte chuva, São Carlos e América ficaram no 0 a 0 - Crédito: Brendow Felipe/São Carlos FC

O São Carlos garantiu o 0 a 0 frente o América Mineiro na noite desta quinta-feira, 6, pela segunda rodada do grupo 11 da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Com o resultado, a Águia garantiu a liderança na fase qualificatória e ainda, a sobrevida ao Grêmio São-carlense, que permanece com chances de vaga para a segunda fase.

Mas a liderança do grupo e ainda as chances de classificação do Grêmio tem um nome: o goleiro Rodrigo Jardim, da Águia, que fez duas defesas milagrosas aos 29 minutos da etapa final. Foram dois chutes a queima roupa defendidos em sequência pelo goleiro são-carlense.

A partida foi realizada no estádio municipal Professor Luís Augusto de Oliveira sob uma chuva intermitente que alagou o gramado. Sobrou transpiração por parte dos atletas das duas equipes. Contudo, a técnica não teve como ser colocada em prática, devido as péssimas condições.

A definição do grupo 11 será domingo, quando termina a fase de classificação. Às 17h jogam São Carlos x Falcon/SP e na sequência, América/MG x Grêmio.

Após duas rodadas, o São Carlos lidera com 4 pontos; América/MG e Falcon estão com 2 pontos e o Grêmio, na lanterna, com 1 ponto.

GRAMADO RUIM

Ao final da partida, o técnico Fabrício Morozetti disse que o espetáculo acabou prejudicado devido as condições do gramado do Luisão, que ficou alagado devido à forte chuva que caiu durante toda a partida. Lamentou o fato, mas enalteceu a garra dos atletas da pequena Águia.

“Foi uma partida em um campo que ficou muito difícil de jogar por causa da chuva. Tivemos que optar por fazer um jogo pelo alto. Foi o segundo jogo do dia no estádio e o gramado já estava um pouco danificado. A gente buscou, no primeiro tempo, colocar uma forma de jogar, mas o gramado ficou impraticável. Já no segundo tempo, o América usou todas as substituições e a gente optou em fazer menos trocas, devido à chuva, campo muito pesado e os jogadores estavam conseguindo manter a performance, por isso a opção pela qualidade técnica, força dos jogadores e estado de atenção que eles estavam no jogo. Foi uma questão estratégica. Creio que foi um jogo difícil para os dois lados. Vamos estudar a partida, ver as situações que aconteceram com mais detalhes para poder montar a estratégia para o jogo contra o Falcon”.

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