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sábado, 06 de março de 2021
União de forças

Parceria fortalece e profissionaliza karatê em São Carlos

Equipe Wada e Grêmio São-carlense formarão um só time para a disputa dos principais campeonatos no país

25 Jan 2021 - 12h47Por Marcos Escrivani
Wada faz parceria com Grêmio e união prevê voos maiores no karatê nacional - Crédito: Marcos EscrivaniWada faz parceria com Grêmio e união prevê voos maiores no karatê nacional - Crédito: Marcos Escrivani

A união faz a força. Com esta frase, a Associação Wada e o Grêmio São-carlense se uniram em um só time e irão disputar os principais campeonatos no Estado e no País. A informação, em primeira mão, foi passada ao São Carlos Agora pelo técnico Adriano Wada que definiu o novo momento como um ato que profissionaliza a modalidade esportiva no município.

A parceria é pioneira e inédita e nos próximos dias a equipe irá treinar cinco vezes por semana na sede do clube, nos altos do Jardim Santa Felícia (antiga ADPM). Lá irão dispor de academia, dojôs e um espaço próprio. Além de piscinas e espaço para atividades físicas.

“Os atletas de alto rendimento poderão realizar um trabalho ímpar e irão contar com fisioterapeutas, nutricionista e psicóloga. A equipe foi oficializada na Federação Paulista como Wada/Grêmio São-carlense e irá disputar os principais campeonatos no país”, comentou Adriano. “Para mim isso é o reconhecimento de um trabalho de três décadas, iniciado com o professor Luís Cláudio Pares. São frutos de um trabalho saboroso e reflexo dos resultados dos últimos anos”, disse o técnico.

Segundo ele, os atletas irão obedecer um rígido protocolo de segurança para o retorno às atividades presenciais. “Estaremos treinando em uma “bolha”, e em segurança. Isso é mais uma prova da seriedade desta iniciativa”, disse.

TIME SELECIONÁVEL

A Wada/Grêmio São-carlense pode ser um time. Mas é composto por atletas de qualidade, já que 20 pertencem a seleção paulista, além de Gabi Seppe, que integra a seleção brasileira.

Adriano é técnico há 15 anos e já formou mais de 100 atletas, dos quais, pelo menos metade, integraram seleções estaduais e nacionais.

“Mas o ápice mesmo é a Gabi. Disputou os Jogos Pan-Americanos e o Mundial e em seu currículo basta somente os Jogos Olímpicos. Ela tem potencial para isso. Mas em 2024, em Paris não teremos esta modalidade. Quem sabe em 2028. A Gabi estará experiente e apta por lutar por uma vaga”, disse.

Agora, com esta parceria, Adriano disse que os atletas irão evoluir ainda mais e irão chegar ao nível de excelência e lutar por pódio em todos os torneios. “Hoje temos 20 atletas selecionáveis. Mas a quantia pode aumentar”, garantiu, salientando que integrará o time de alto rendimento atletas com idade a partir dos 14 anos.

SE PANDEMIA PERMITIR...

Os treinos presenciais, seguindo os protocolos de segurança, iniciarão nos próximos dias e a Confederação Brasileira divulgou um calendário provisório.

Se a pandemia da Covid-19 permitir, a primeira competição acontece em março, com a seletiva júnior para a formação da seleção brasileira. Em abril, a outra seletiva, nas categorias sub14 e cadete. Ambas em Fortaleza. “Mas isso é apenas previsões. Serão confirmadas nas próximas semanas”, antecipou.

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