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terça, 27 de outubro de 2020
Primeira semana

Grêmio São-carlense em “alta intensidade”

Com treinos diários, Marcus Vinícius força ao extremo jogadores; meta é chegar com um time forte na estreia da Bezinha

18 Set 2020 - 11h48Por Marcos Escrivani
Na 'resenha', antes do treino, Marcus Vinícius passa algumas informações: time treina forte para a estreia na Bezinha - Crédito: Marcos EscrivaniNa 'resenha', antes do treino, Marcus Vinícius passa algumas informações: time treina forte para a estreia na Bezinha - Crédito: Marcos Escrivani

Após a semana dedicada para os testes PCR para detectar a presença da Covid-19 (todos os exames negativos), para atividades físicas e clínicas, os jogadores do Grêmio São-carlense, sob o comando do técnico Marcus Vinícius completaram uma semana de trabalhos com bola.

“Em alta intensidade”, antecipou ao treinador à reportagem do São Carlos Agora que esteve presente no Centro de Treinamento do Clube na manhã desta sexta-feira, 18.

Após cinco meses de trabalhos remotos, comissão técnica e atletas não escondiam a satisfação em ter o contato presencial e com a bola. “Todos gostam do contato. É bacana. Percebi os jogadores com sede de bola, mas uma disputa sadia. Mas tudo em alta intensidade”, repetiu.

Hoje, a comissão técnica do Grêmio São-carlense trabalha com 24 atletas e até a estreia na Série B do Campeonato Paulista serão pouco mais de três semanas. O primeiro adversário do Lobo será a Matonense, fora de casa.

Até lá, Marcus Vinícius irá montar a sua equipe base, mas afirmou que hoje não tem titular. “As 11 vagas estão em aberto e sempre digo em nossas resenhas que são eles que se escalam. Portanto, quem estiver melhor técnica e taticamente, começa”.

ESTREIA NO PROFISSIONAL

Aos 35 anos, Marcus Vinícius inicia uma nova jornada em sua carreira esportiva. Durante 20 anos foi atleta (lateral direito e volante). Depois técnico em categorias de base e auxiliar no profissional.

Mas 2020 ficará marcado como seu primeiro trabalho como técnico de um time profissional. “Não muda muito o contexto na minha opinião. São atletas com idade entre 18 e 23 anos e é um processo de formação. Sinto um prazer responsável em poder comandar este grupo”, opinou, salientando que é um técnico que não gosta do antijogo. “Sou da nova geração e ver um atleta fazer ‘cera’, não é do meu perfil. Gosto de ver a bola rola, 90 minutos de jogo. Irei pedir isso para meus atletas”, finalizou.

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