quarta, 18 de maio de 2022
Vôlei Feminino

Atacadão/Agee conhece adversários da Superliga B e estreia em Santa Catarina

Competição começa dia 21 de janeiro e fase inicial termina dia 18 de março; time são-carlense faz cinco jogos fora de casa

21 Dez 2021 - 09h08Por Marcos Escrivani
Jogadoras do Atacadão/Agee treinam forte: preparação de olho para a Superliga B - Crédito: Marcos EscrivaniJogadoras do Atacadão/Agee treinam forte: preparação de olho para a Superliga B - Crédito: Marcos Escrivani

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) definiu as equipes que irão disputar a Superliga B, edição de 2022. Serão dez equipes que iniciam a competição no dia 21 de janeiro. A fase de classificação encerra-se no dia 18 de março.

As equipes jogam entre si em turno único e se classificam para os playoffs finais, as quatro primeiras colocadas que irão se cruzar e definir os dois times que terão acesso a Superliga A.

O Atacadão/Agee irá representar São Carlos e terá pela frente na primeira fase o São Caetano, Bruvôlei (Santa Catarina), Sesc Flamengo/RJ, Minas Náutico/MG, Bradesco/SP, Franca/SP, Brusque/SC, Sada/MG e Sesi São Paulo.

O time orientado pela técnica Sandra Mara Leão que se prepara desde novembro para a competição fará nesta primeira fase cinco jogos fora de casa e outros quatro no ginásio municipal de esportes José Eduardo Gregoracci, no Jardim Santa Felícia.

O time estreia no dia 21 de janeiro às 19h, no ginásio municipal de esportes Galegão, em Blumenau/SC, contra o Bruvôlei. Já no dia 4 de fevereiro irá se apresentar perante a torcida, às 19h30, contra o São Caetano, no ginásio de esportes do Jardim Santa Felícia.

FÉ NO BRAÇO E NAS CORTADAS

Em entrevista ao São Carlos Agora, Sandra Mara reconhece que o Atacadão/Agee está em início de atividades, não tem uma estrutura sólida e que passa por algumas dificuldades. Que irá enfrentar adversários tradicionais e com muito muito suporte no vôlei feminino.

Porém acredita no braço e nas cortadas de suas atletas. No trabalho que vem sendo executado em São Carlos e que ano a ano o time possa se solidificar e dar condições para São Carlos ser uma das forças da modalidade no país.

Por isso, neste primeiro ano, Sandra Mara acredita que a meta inicial é fazer um campeonato no intuito que São Carlos se mantenha na divisão e de mais um passo na estruturação. Entretanto, não esconder que suas atletas possam surpreender.

“A Superliga B é um campeonato longo, com três meses de duração. Vamos enfrentar todos os adversários e a meta é lutar para ficar entre os quatro primeiros. Temos que vencer todos os jogos em casa e ‘beliscar’ pontos lá fora. Assim há condições de sonhar. Mas vamos passar por muitas dificuldades. Portanto, queremos inicialmente nos manter nesta divisão”, assinalou.

PRIMEIRA FASE

Ao analisar a primeira fase, onde irá fazer quatro jogos em casa e cinco fora, Sandra pontuou que isso não complica as pretensões são-carlenses, mas analisou que seria melhor se fossem mais partidas em seus domínios.

“Neste caso, jogaríamos onde estamos acostumados a treinar. Iriamos contar com o apoio dos torcedores (a torcida já está liberada com a flexibilização das medidas de segurança tomadas devido a pandemia da Covid-19). Acredito que há muitos apaixonados pelo vôlei em São Carlos que nos dariam apoio e incentivo”, admitiu. “Mas esta divisão de jogos faz parte e nos preparamos para isso. Encaramos tudo com muita naturalidade”, finalizou.

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