quarta, 10 de agosto de 2022
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Festival de Aprender do Sesc retorna ao presencial

40 unidades do estado recebem evento focado em programações que unem artes visuais, tecnologias e diferentes práticas culturais; São Carlos tem atividades diversificadas

06 Jul 2022 - 07h56Por Redação
Festival de Aprender do Sesc retorna ao presencial - Crédito: Divulgação Crédito: Divulgação

De 9 a 17 de julho, o Sesc São Paulo realiza a quinta edição do FestA! – Festival de Aprender em todas as suas unidades do estado, com o objetivo de incentivar o prazer pelo fazer artístico em distintas gerações, favorecer o reconhecimento do potencial criador de cada indivíduo, e reforçar à população que o Sesc é um lugar de aprender. Com mais de 350 atividades, a programação gratuita – que tem a pluralidade como uma característica marcante - retorna ao formato presencial depois de dois anos.

São cursos, oficinas, demonstrações, bate-papos e vivências para todas as idades, com foco em artes gráficas e têxteis, audiovisual, criação de jogos, realidade virtual, HQ, tecnologias digitais, sociais, ancestrais e sustentáveis, proporcionando o contato do público com técnicas construtivas, fotografia, gravura, desenho, modelagem, artesanato, marcenaria, fabricação digital e eletrônica criativa.

Como faz desde a sua criação, o FestA! – Festival de Aprender promove a troca e a ampliação de experiências e conhecimentos em artes e tecnologias entre públicos, educadores, artesãos e artistas. Ao participar ou se inscrever em uma das ações, o público terá a oportunidade de aprender sobre as mais diferentes técnicas e habilidades, como fabricar um bongo cajón (instrumento musical), aprender técnicas de cerâmica indígena, participar de um hackathon de criação de verbetes para wikipedia, criar um webdoc, produzir uma panela de barro, construir um totem wi-fi movido à energia solar, criar jogos de cartas e tabuleiro, fazer curso de dublagem, construir carrinhos de rolimã e discutir  sobre algoritmos e segurança da informação   entre outras.

Para Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo “atividades de experimentação nas artes são fundamentais para facilitar a aproximação de variados públicos ao universo artístico, permitindo criar momentos de lazer e aprendizagem. A rede de unidades do Sesc constitui, neste sentido, um privilegiado sistema para o oferecimento de cursos e oficinas em artes e tecnologias, favorecendo não apenas o acesso do público, mas a apresentação e circulação de distintos profissionais do ensino das artes, em ações marcadas pela cooperação e compartilhamento de saberes”.

Um dia antes da abertura oficial do festival acontece no Poupatempo Sé (dia 8 de julho, sexta-feira, das 11h30 às 15h30) a Feira de demonstrações de ferramentas com diversos artífices e educadores apresentando técnicas e ferramentas utilizadas em seus ofícios ligados a marcenaria, pequenos reparos caseiros, mecânica automotiva e entalhe em madeira, entre outros.

Programação de São Carlos

No Sesc São Carlos, há um convite para o contato com a ancestralidade, por meio de atividades que ensinam técnicas de pintura com soja e pigmentos naturais em tecido (dias 9 e 16 de julho, das 15h às 17h), encontros de tricô e crochê (dia 10 de julho, domingo, das 14h às 18h) ou da instalação Tetas que deram de mamar ao mundo, da artista Lidia Lisboa.

Instalação

Tetas que deram de mamar ao mundo  

Por Lídia Lisboa 

As obras da série Tetas que deram de mamar ao mundo, que começou a ser produzida em 2011, reproduzem, em esculturas de crochê, a forma de seios femininos durante a amamentação. Tecer, como ato prático e reflexivo, é o meio de elaboração da violência social em torno do trabalho feminino invisível: maternidade, amamentação e cuidado. A obra reporta ao trabalho que socialmente é designado às mulheres, ainda que sem reconhecimento e compensação. 

Lídia Lisboa é artista plástica, ceramista e performer. Começou a fazer crochê na infância, com as tias, em Guaíra, no extremo oeste do Paraná. Tem formação em gravura em Metal pelo Museu Lasar Segall, escultura contemporânea e cerâmica pelo Museu Brasileiro de Escultura (MuBE) e Liceu de Artes e Ofícios. Lidialisboa.com.br 

De 9 a 17/7, sábados e domingos, das 9h30 às 18h30 e terça a sexta, das 13h às 22h. Foyer do teatro. Livre 

Ateliê 

Trama Coletiva 

Um grande tear montado ao ar livre para que crianças e adultos possam criar em conjunto uma única peça feita à muitas e diferentes mãos.  

Eglair Quicolli é tecelã, artista têxtil e designer. Sua prática artística transita entre a tecelagem manual, costura e artesania em metal, evidenciando conexões e tensões entre o corpo e o espaço, explorando a poética gestual do fio, sua linguagem, a ideia de transitoriedade e da beleza da imperfeição. @eglairquicolli 

Dia 9/7, sábado, das 10h às 12h e das 15h às 17h e dia 10/7, domingo, das 10h às 12h. Quintal. Lugares limitados. Livre 

Oficina 

Macramê Intuitivo 

Serão apresentados os principais tipos de pontos do macramê, com os quais as pessoas inscritas poderão criar peças únicas e exclusivas sem a necessidade de uma receita pronta, dando asas à imaginação e vivenciando a versatilidade dos materiais escolhidos. 

Há uma infinidade de possibilidades quando utilizamos a técnica, que consiste em dar formas e vida às linhas por meio de nós. Para ingressar no universo intuitivo do Macramê, precisamos apenas de nossas mãos, cordas ou linhas de texturas variadas e de nossa criatividade. 

 

Dia 9/7, sábado, das 14h às 17h 

Área de convivência interna. Retirada de senha na Loja Sesc, com 30 minutos de antecedência. Lugares limitados. 12 anos 

Camila Mbandi é artesã preta residente da cidade de São Carlos/SP. Produz joias e acessórios em Macramê, além de utilizar a técnica para criar objetos de decoração funcionais. Para ela, o Macramê é também uma expressão do resgate de suas raízes ancestrais, pois advém de uma família onde as mulheres de diferentes gerações se dedicam à criação de peças com o uso de técnicas como o próprio Macramê, o Crochê, o Bordado, o Tricô, dentre outras.@macraminhos 

Oficina 

Pintura com soja e pigmentos naturais em tecido 

Os processos artesanais nos conectam ao real valor dos produtos criados e contribuem para o consumo consciente e sustentável. Nesta oficina vamos preparar extratos e pigmentos vegetais, desvendar a cor vegetal, suas características químicas e métodos de extração que potencializam os resultados da pintura. Preparar o leite da soja, o tecido de algodão e demonstrar os resultados da pintura e da maturação, assim como falar sobre os cuidados com a peça.  

Dias 9 e 16/7, sábados, das 15h às 17h 

Ação Online. Inscrições online e na Central de Atendimento de 6 a 8/07. Lugares limitados. 14 anos 

Roberta Kremer é designer, trabalhou por 20 anos com moda e arte gráfica para marcas de streetwear no Brasil. Há quatro anos dedica-se ao estudo dos processos artesanais e ancestrais de criação têxtil e estamparia, ministrando oficinas de tingimento natural, Shibori e impressão botânica.  

@robertakremer 

Ateliê 

Encontro de tricô e crochê 

Um ponto de encontro para trocas de saberes, histórias, novos e velhos pontos e formas de fazer com a mediação de Thiago Rezende do Projeto Homem na Agulha. Traga seu material, seus conhecimentos e muita vontade de aprender.  

Dia 10/7, domingo, das 14h às 18h 

Área de convivência interna. Lugares limitados. 12 anos 

Thiago Rezende é artista plástico e trabalha com crochê e tricô para o projeto Homem Na Agulha. A partir da memória afetiva da sua história com a avó o artista trabalha com a intenção de unir técnicas tradicionais à visão contemporânea de se produzir objetos sem as barreiras de gênero e idade. Interessado na constante renovação e atualização dessas técnicas tradicionais, ele experimenta em seus trabalhos diversos materiais não convencionais, como cordas de nylon e fios grossos de malha de algodão. 

@homemnaagulha  

Oficina 

Tecelã Interior 

Tecer é um ato ritualístico, onde as mãos guiadas pelo coração criam objetos simbólicos. A trama é envolta em mistérios, narrativas, poesia e miragens da existência. Um encontro para trocas e aprendizados sobre essa arte ancestral, intuitiva e transformadora. 

Dia 10/7, domingo, das 14h às 17h 

Sala de atividades corporais. Inscrições online e na Central de Atendimento de 6 a 8/07. Lugares limitados. 16 anos 

Eglair Quicolli é tecelã, artista têxtil e designer. Sua prática artística transita entre a tecelagem manual, costura e artesania em metal, evidenciando conexões e tensões entre o corpo e o espaço, explorando a poética gestual do fio, sua linguagem, a ideia de transitoriedade e da beleza da imperfeição.  

@eglairquicolli 

Ateliê 

Tecer e brincar 

Com educadores do Sesc 

Com gravetos fios diversos e elementos da natureza, adultos e crianças são convidados a construir um pequeno tear para criar e brincar juntos.  

Dia 10/7, domingo, das 15h às 17h 

Quintal. Retirada de senha na Loja Sesc, com 30 minutos de antecedência. Lugares limitados. Para crianças acompanhadas por um adulto responsável. Livre 

Curso 

Costura e descostura 

Com Bianca Habib 

Curso de costura e costura criativa dividido em dois módulos livres e independentes. 

Para participar das aulas por favor trazer:

1m de tricoline de algodão pré-lavado em estampas variadas 

1 metro de brim pré-lavado (em cor que converse com as estampas) 

1 tesoura para uso próprio.

Módulo 1: 

Costura: Bolsa de Retalhos 

A proposta é ensinar a confeccionar, de forma bastante intuitiva, uma peça costurada a partir de retalhos de 

tecidos. A partir do conceito inicial de juntar retalhos e com técnicas simples de costura à máquina, o curso é uma 

ótima oportunidade para iniciantes ou para quem já está familiarizado com a ferramenta. 

Módulo 2: 

Descostura: Criação de figurinos com materiais diversos e transformação de peças 

Um exercício de criatividade e expressão de alegorias individuais que envolve um debate sobre formas de se 

relacionar com o mundo, capacitação da expressão artística por meio da costura livre e experimentação da ruptura 

entre o traje e a fantasia. 

Módulo 1: De 13/07 a  03/08

Módulo 2: De 10 a 31/08;  14 e 21/09.

Quartas, das 19h às 21h30 

Convivência Interna. Lugares limitados. Inscrições online e na Central de Atendimento para os módulos independentes de 06 a 08/07 somente para o Módulo 1. 14 anos 

Bianca Habib é arquiteta e arte-educadora. Em seu ateliê, recorta e costura ideias interligando áreas, como arquitetura, cenografia, figurino, arte e educação, de onde surgem projetos e produções manuais que quase sempre flertam com o lúdico, e que não cabem numa etiqueta. 

Tatiana Corrêa é costureira criativa, além de bióloga, pesquisadora e professora de Ciências. Está à frente do Atêliê das Tatis - Laços e Ideias desde 2015, criando acessórios em tecidos com estampas originais e coloridas, peças feitas artesanalmente e sem pressa.

 Curso 

Histórias tecidas:  introdução ao universo têxtil Huni Kuin  

Uma aproximação do universo têxtil do povo indígena Huni Kuin abrangendo os contextos históricos, socioculturais e artísticos desse ofício.  

Será realizada uma apresentação teórica sobre a tecelagem e os grafismos tradicionais, introduzindo os participantes ao contexto sociocultural, à cosmovisão têxtil e aos saberes manuais desse povo. Na parte prática os participantes terão a oportunidade de experimentar desenhar os grafismos em papel, fiar o algodão manualmente, conhecer alguns dos materiais de tingimento natural e aprender os processos iniciais do tear de cintura Huni Kuin. 

Os indígenas da etnia Huni Kuin vivem no Brasil e no Peru. Para este povo a arte da tecelagem foi ensinada por Basnen Puru, a aranha tecelã, em tempos imemoriais. Já os padrões gráficos foram ensinados posteriormente pela Jiboia Encantada à ancestral Siriani. Essas duas entidades míticas aparecem tanto nas histórias quanto nos cantos e rezas femininos que acompanham os processos da produção e aprendizado da tecelagem. 

Para participar das aulas por favor trazer:

1 pacote pequeno de Varetas (palitos de churrasco ou algodão doce, por exemplo).

2 ou 3 cores de barbante (uma mais escura e uma mais clara). Será 1 novelo de cada cor tipo Anne ou Cléa, ou um rolo de barbante colorido pequeno. Preferir linhas mais grossas para facilitar o aprendizado.

Papel para desenho, lápis de cor ou canetas coloridas.

Papel e caneta caso queira realizar anotações.

Dias 14 e 15/07, quinta e sexta, das 19h às 21h 

Dias 16 e 17/07, sábado e domingo, das 14h às 18h30 

Galpão. Inscrições online e na Central de 06 a 08/07. Lugares Limitados.

16 anos 

Tamani Banu Huni Kuin (Maria Socorro Pinheiro Sales Kaxinawá) é uma das importantes lideranças femininas da Aldeia Chico Curumim, localizada às margens do Rio Jordão, Terra Indígena Kaxinawá do estado do Acre, uma das regiões mais remotas do estado. Mestra artesã de sua comunidade Tamani domina a arte da tecelagem, cerâmica e cestaria de palha, bem como o artesanato com miçangas de vidro.  

Yaka Banu Huni Kuin (Edilene Pinheiro Sales Kaxinawá) é artista, artesã e tecelã, jovem liderança feminina de seu povo e uma das irmãs de Tamani. Nasceu na aldeia Chico Curumim e atualmente vive na zona urbana no município de Jordão (AC). É uma das fundadoras do Grupo Kayatibu, coletivo de jovens engajados no resgate cultural e na criação de pontes entre o povo Huni Kuin e o mundo.  

Diana Paris Rodriguez é natural de Trancoso - BA.  Indigenista, artista, escritora, tintureira natural, tecelã e pesquisadora trabalha com o povo Huni Kuin desde 2016. Desenvolve no Acre atividades de etnoturismo de base comunitária, bem como outros projetos voltados para as mulheres indígenas. É criadora do Projeto Mulheres Huni Kuin (@hunikuinwomen) que visa dar suporte e visibilidade às mulheres da etnia. 

Oficina 

O caminho da miçanga - arte em miçanga Huni Kuin  

Durante a oficina os participantes terão a oportunidade de conhecer o trabalho em miçangas do povo Huni Kuin e serem introduzidos em sua prática, tendo um breve panorama da importância e contexto histórico, social e cultural desse fazer artístico manual.  

O uso das miçangas de vidro pelos povos indígenas remonta à época dos primeiros contatos. Pela variedade de cores e a facilidade da sua forma logo adquiriu um alto prestígio como matéria prima entre diversas etnias.  

O povo Huni Kuin começou a utilizar as miçangas entre os anos oitenta e noventa e logo se tornaram exímios na arte de fazer adereços desenhando nas peças seus grafismos sagrados, os kene. Neste processo as miçangas foram incorporadas à sua cosmovisão, sendo relacionadas com antigas histórias, como o mito da "Ponte do Jacaré", em que o povo se separou em duas partes e fez uma travessia através de uma grande água: os que cruzaram a ponte do Jacaré são vistos ora como os "nawas" (não indígenas) ora como os povos que atravessaram o processo de colonização. Estes são considerados os donos de "manē" a miçanga, os objetos de metal e mais recentemente do plástico. Os que não fizeram a travessia permaneceram utilizando os materiais da floresta, como sementes e dentes (sheta dabanē), supostamente em estado de isolamento. 

Dia 16/7, sábado, das 9h30 às 13h 

Galpão. Inscrições online e na Central de 06 a 08/07. Lugares Limitados. 13 anos 

Tamani Banu Huni Kuin (Maria Socorro Pinheiro Sales Kaxinawá) é uma das importantes lideranças femininas da Aldeia Chico Curumim, localizada às margens do Rio Jordão, Terra Indígena Kaxinawá do estado do Acre, uma das regiões mais remotas do estado. Mestra artesã de sua comunidade Tamani domina a arte da tecelagem, cerâmica e cestaria de palha, bem como o artesanato com miçangas de vidro.  

Yaka Banu Huni Kuin (Edilene Pinheiro Sales Kaxinawá) é artista, artesã e tecelã, jovem liderança feminina de seu povo e uma das irmãs de Tamani. Nasceu na aldeia Chico Curumim e atualmente vive na zona urbana no município de Jordão (AC). É uma das fundadoras do Grupo Kayatibu, coletivo de jovens engajados no resgate cultural e na criação de pontes entre o povo Huni Kuin e o mundo.  

 

Diana Paris Rodriguez é natural de Trancoso - BA.  Indigenista, artista, escritora, tintureira natural, tecelã e pesquisadora trabalha com o povo Huni Kuin desde 2016. Desenvolve no Acre  

atividades de etnoturismo de base comunitária, bem como outros projetos voltados para as mulheres indígenas. É criadora do Projeto Mulheres Huni Kuin (@hunikuinwomen) que visa dar suporte e visibilidade às mulheres da etnia. 

Oficina 

Bracelete Interativo RGB 

Com Gedeane Kenshima, professora no Departamento de Elétrica do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) 

Será realizada com enfoque na integração da eletrônica com costura estilo bordado para confecção de um bracelete.  

As pessoas inscritas terão noções de eletricidade com uso de LEDs e realizarão experimentação com um sensor de luz e costura. 

O resultado é um bracelete que muda a cor do LED conforme interação com sensores de luz. 

Dia 16/7, sábado, das 14h às 17h 

Convivência Interna. Retirada de senha na Loja Sesc, com 30 minutos de antecedência. Lugares limitados. 10 anos 

Gedeane Kenshima é professora no Dep. De Elétrica do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Doutoranda em Engenharia Elétrica e Computação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestre em Automação e Controle de Processos, Engenheira de Controle e Automação, Técnica em Automação Industrial, todos pelo IFSP. Autora dos livros Nas Linhas do Arduino, Arduino Fashion Geek e Nas Linhas do Arduino Plus.  

@gedeanekenshima 

Oficina 

Estamparia manual Adire Iorubá  

O Adire é uma técnica tradicional de estamparia produzida pelo povo Iorubá da Nigéria e em alguns países da costa oeste do continente africano. Através da tinturaria por reservas, os padrões têxteis são construídos por meio de costuras, amarras, ceras e gomas, e posteriormente tingidos por imersão no corante de cor azul índigo.  

Nesta oficina, os alunos conhecerão o contexto cultural e histórico da estamparia Adire, e produzirão uma peça de tecido inpirada nas técnicas Adire oniko (amarrações) e adire Alabere (costura). 

Dia 17/7, domingo, das 10h às 13h 

Galpão. Retirada de senha na Loja Sesc, com 30 minutos de antecedência. Lugares limitados. 12 anos 

Jacqueline Paz é artista visual e designer de estampas e superfícies. Em 2001 começou a desenvolver trabalhos de estamparia têxtil manual com técnicas de tinturaria e pintura, e também pesquisas sobre acervos têxteis do Continente Africano e do Brasil. Seu trabalho envolve a pesquisa sobre acervos têxteis do continente africano e do Brasil, projetos de estamparia para aplicações em vestuário, decoração, papelaria, customização de objetos, projetos visuais para ambientes e cenários, além da produção em pintura e ilustração.  

https://jacquelinepaz.com 

Ateliê 

Arrisque a linha 

Com educadores do Sesc  

De que forma podemos traçar um desenho?  

Neste encontro o desafio é deixar o lápis de lado e desenhar experimentando linhas e fios de diferentes características e texturas.   

Dia 17/7, domingo, das 15h às 17h 

Convivência Interna. Retirada de senha na Loja Sesc, com 30 minutos de antecedência. Lugares limitados.

Para crianças acompanhadas por um adulto responsável.  

Livre 

Oficina 

Luzes vestíveis 

Com educador do Espaço de Tecnologias e Artes do Sesc 

Construa luzes vestíveis com apenas alguns componentes eletrônicos baratos. Elas podem servir como apliques de roupa, como enfeite de cabelo ou como uma pulseira. 

Com um suporte para bateria tipo moeda com interruptor, componentes eletrônicos como leds, resistores e fios conectores, você constrói esses adereços interessantes para iluminar o seu look.  

Dia 17/7, domingo, das 15h às 17h 

Sala multiuso. Retirada de senha na Loja Sesc, com 30 minutos de antecedência. Lugares limitados. 12 anos 

Mais informações sobre a programação

As atividades são gratuitas. Parte da programação tem acesso livre, com entrega de senha no local do evento com meia hora antes do seu início. Porém, em algumas atividades é necessário fazer inscrição online antecipada (abertas a partir do dia 6 de julho, às 15h) em https://inscricoes.sescsp.org.br/online/#/inscricao.

A programação completa do FestA!, os detalhes das inscrições e outros conteúdos exclusivos podem ser vistos em:  https://www.sescsp.org.br/festa

SERVIÇO:

FestA! – Festival de Aprender – De 9 a 17 de julho.

Programação completa: https://www.sescsp.org.br/festa

Imagens:

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