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terça, 22 de setembro de 2020
Cidade

Vigilância reforça importância da 2ª dose da vacina contra HPV

08 Out 2014 - 21h46
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Continua disponível em todas as Unidades de Saúde  e Postos de Saúde, para meninas entre 11 e 13 anos, a segunda dose da vacina contra o Papiloma Vírus Humana (HPV). As adolescentes que receberam a primeira proteção no mês de março/abril devem receber o reforço da vacina para completar o ciclo de imunização. Durante a primeira etapa da campanha, 4.143 doses foram aplicadas na cidade, atingindo a cobertura vacinal estipulada pelo Ministério Saúde (MS), com 90,62% de adesão.

Para a imunização, basta a adolescente comparecer na Unidade de Saúde do bairro e apresentar a carteira de vacinação ou documento de identificação. As doses também estão disponíveis para as meninas que não receberam a vacina durante a primeira etapa da campanha.

Atualmente, a vacina é utilizada como estratégia de Saúde Pública em mais de 50 países, por meio de programas nacionais de imunização. Estimativas indicam que, até 2013, foram aplicadas cerca de 175 milhões de doses em todo o mundo. 

A partir de 2015 a  proteção do HPV passa a ser oferecida para as meninas de 9 a 11 anos.  Há evidências de que a vacina confere maior proteção e indicação para pessoas que nunca tiveram contato com o vírus, induzindo a produção de 10 vezes mais anticorpos que uma infecção natural pelo HPV, afirmou a chefe de divisão da Vigilância Epidemiológica, Márcia Valério Pallone. 

Desde o início da campanha, a Vigilância Epidemiológica de São Carlos recebeu a notificação de uma menina de 12 anos com queixas de reação vacinal. Depois de uma avaliação e acompanhamento hospitalar junto ao Grupo de Vigilância Epidemiológica, foi constatada através de exames clínicos, laboratoriais e de imagens, que a adolescente teve uma "reação de ansiedade pós-vacinal". Depois de dois dias de internação e monitoramento a menina recebeu alta hospitalar.

 

Sobre o HPV

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da OMS indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença.

Sobre o câncer de colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres morrem devido à doença no mundo. Conforme dados do Ministério da Saúde, só neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos.

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