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sábado, 15 de maio de 2021
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Sindicato dos Metalurgicos exige que Engemasa respeite a saúde e segurança do trabalhador

11 Jul 2012 - 16h54
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Os dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Região realizaram na manhã desta quarta-feira (11/07), uma assembleia com os trabalhadores na Engemasa para esclarecer qual o posicionamento da entidade em virtude dos recentes acidentes ocorridos com trabalhadores dentro da empresa.  

O diretor do departamento de Saúde e Segurança do Sindicato, João Carlos Tavares da Costa, destacou que ocorreram dois acidentes graves na Engemasa. “Nós estamos fazendo parcerias com o poder público e legislativo, já temos também lei municipal para combater esse tipo de irregularidade. Não podemos deixar que as empresas passem por cima dos direitos dos trabalhadores, que escondam ou modifiquem os eventos relacionados a acidentes e doenças no trabalho”, explicou ele.

O dirigente informou que o Sindicato já está tomando as devidas providencias para interceder por esses trabalhadores.

Proposta de PLR

Ainda na assembleia, os trabalhadores reprovaram pela segunda vez a proposta de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) apresentada pela empresa no valor de 16% do salário em julho de 2012 e 31% em janeiro de 2013.

Embora o valor da proposta faça parte do acordo coletivo com o CIESP São Carlos (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), a direção do Sindicato negociou diretamente com várias empresas da base metalúrgica e os trabalhadores conquistaram valores superiores aos do acordo.

Sendo assim, os trabalhadores na Engemasa reivindicam que até a próxima segunda-feira (16/07), a empresa negocie uma nova proposta com a direção do Sindicato.

Para Erick Silva, presidente da entidade, é preciso convencer a empresa que os trabalhadores merecem muito mais. “Temos que romper a barreira que há entre a direção da empresa e os trabalhadores. Queremos dialogar, negociar, chegar a um valor que realmente atenda as expectativas dos metalúrgicos na empresa e para isso é necessário que a Engemasa aceite ao menos conversar conosco”, ressaltou.

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