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sexta, 27 de novembro de 2020
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Saúde aguarda orientações sobre vacina contra gripe Influenza A

06 Jan 2010 - 19h46Por Redação São Carlos Agora
A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos aguarda orientações do Ministério da Saúde sobre as estratégias a serem estabelecidas para a vacinação contra a gripe Influenza A (H1N1). A ação de imunização deverá ser feita em grupos prioritários entre os meses de março e abril deste ano e serão coordenadas na cidade pelo Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial através da Vigilância Epidemiológica (VIGEP).

Os grupos prioritários que receberão a vacina contra o vírus da gripe A (H1N1) serão estabelecidos com base em critérios epidemiológicos, observados durante a primeira onda da nova gripe, que ocorreu no inverno de 2009 durante a segunda onda em curso no Hemisfério Norte.

As medidas também levarão em conta acordo com sociedades médicas, Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde) e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde), seguindo recomendações da Organização Mundial da Saúde.

Entre os grupos prioritários estão grávidas, trabalhadores de saúde envolvidos no atendimento aos pacientes, crianças entre 6 meses e 2 anos, indígenas e pessoas com doenças crônicas preexistentes (cardíacas, pulmonares, renais, metabólicas etc.).

Aquisição da vacina - O Ministério da Saúde fechou acordo com três diferentes fornecedores de vacina contra o vírus da gripe pandêmica A (H1N1), o que garantirá ao país a aquisição total de 83 milhões de doses para sua estratégia de vacinação contra a gripe pandêmica, a ser realizada entre março e abril de 2010. Os laboratórios enviarão as doses ao Ministério de maneira escalonada, entre janeiro e março.

Até o início de fevereiro, o Ministério da Saúde deverá anunciar, em detalhes, a estratégia nacional de vacinação. “O que é importante que todos saibam é que não há, neste momento, distribuição de vacina à população em nenhum Estado brasileiro. As doses serão distribuídas nacionalmente quando houver estoque suficiente para viabilizar a estratégia de vacinação simultaneamente em todo o país”, diz o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Gerson Penna.
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