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quarta, 20 de janeiro de 2021
Cidade

Primeira-dama de São Carlos conhece Escola de Moda do Fundo Social de São Paulo

14 Out 2011 - 20h10

Nesta quinta-feira (13), a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de São Carlos, Cidinha Duarte, visitou o projeto Escola de Moda, desenvolvido pelo Fundo Social de Solidariedade de São Paulo (Fussesp). A Escola de Moda está situada nas instalações da sede da Fussesp, no Parque da Água Branca, em São Paulo.

Durante a visita, a primeira-dama esteve acompanhada do assessor técnico de gabinete do Governo do Estado de São Paulo, Romesnir Aparecido Borges Lima, e da funcionária da Prefeitura de São Carlos e colaboradora do Fundo Social, Eleni Maria Gomes.

Lançado em abril deste ano, o projeto desenvolvido na área de Moda faz parte da Escola de Qualificação Profissional do Fussesp e conta com cursos nas áreas de roteiro de costura, corte e modelagem, técnicas de bordado em linha, técnicas de bordado em pedraria, crochê e confecção de caixas decorativas.

Os cursos, que podem ser aplicados em cidades polo no interior, são gratuitos e destinados às pessoas com mais de 18 anos, não sendo necessária escolaridade mínima.

De acordo com Cidinha Duarte, o mercado da moda no país está em expansão, daí o interesse em conhecer mais o projeto, verificando a possibilidade de aplicá-lo em São Carlos.

A visita seguiu o roteiro das etapas do curso, incluindo, primeiramente, o ateliê de modelagem, corte e costura. Em seguida, a primeira-dama de São Carlos pode conhecer a linha de crochês, que também é coordenado por uma profissional da área que segue as tendências mundiais para a preparação das aulas. O ateliê de pedraria, por exemplo, recebe os materiais já costurados em um primeiro momento e realiza a aplicação das peças, produzindo desde roupas e bolsas a artigos e enxovais.

O assessor técnico do Governo do Estado destacou a simplicidade das ações e etapas do projeto, mas que permitem capacitar profissionais que já tenham alguma noção de corte, costura, customização, dando-lhes, muitas vezes, dignidade por meio de uma profissão. "A maioria dos alunos se encontrava em uma situação de vulnerabilidade social. São ações que permitem mudar a história de vida dessas pessoas", disse.

Para a professora de bordado em linha que atua no projeto, Marisa Keiko Higa Tanaka, as aulas são diversificadas e buscam estimular a criatividade dos alunos, preparando-os com qualidade para o mercado de trabalho. "No decorrer dos dois meses do curso reconhecemos o talento dos alunos e notamos as mudanças e o quanto a qualificação e o fato de terem uma profissão reconhecida lhes fazem bem", ressaltou a professora de um dos cursos da Escola de Moda.

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