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quarta, 28 de julho de 2021
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Pós–Graduação em Fisioterapia da UFSCar realiza pesquisa sobre Diabete Mellitus tipo 2

20 Jan 2012 - 09h08

Um estudo desenvolvido no Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) pretende avaliar respostas da glicemia, de toda função cardíaca e das  respostas respiratórias em homens e mulheres com Diabetes Mellitus tipo 2. Adicionalmente, um gene ligado ao  desempenho físico é avaliado, buscando relações deste com o Diabetes.

A pesquisa é realizada pelas alunas de doutorado do Programa de  Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar, Daniela Bassi Dutra,  Milena Sperling e Flávia Rossi Caruso, sob orientação da professora  Audrey Borghi e Silva, do Departamento de Fisioterapia (DFisio). Segundo  a doutoranda Daniela Bassi, a pesquisa irá "avaliar se diabéticos tipo 2  (os quais têm aumentado muito nos  últimos anos), mesmo que sem  sintomas de doenças cardiovasculares,  apresentam valores de medidas  cardíacas alteradas, sendo possível triar  este paciente antes mesmo que  ele desenvolva de fato um problema  cardíaco". Desta forma, se  diagnosticado com antecedência, o paciente poderá ser tratado com menores  custos para o sistema de saúde e para sua qualidade de vida.

Para tanto, a pesquisa necessita de voluntários com Diabetes Mellitus tipo 2, de ambos os sexos, entre 30 e 65 anos, de São Carlos e região, que nunca tenham sido tabagistas, não usem insulina e que não tenham problemas respiratórios. Todos os voluntários passarão por avaliações médica e fisioterapêutica para que sejam verificadas as condições do coração e descartar possíveis patologias cardiovasculares que contraindiquem a participação no estudo.

Alguns voluntários serão selecionados, de forma aleatória, para realizar três meses de atividades físicas personalizadas, a fim de investigar se quem inicialmente apresentava valores alterados de medidas cardíacas, glicemia e força muscular, obteve melhora com o treinamento. Os resultados desta avaliação serão comparados com as respostas dos mesmos elementos nos voluntários que não realizaram o treino.

Além dos exercícios, um gene relacionado à performance física será analisado de forma a relacionar a capacidade física a algum tipo de alteração no gene. A pesquisadora Daniela reforça que "todas essas análises são feitas de forma não invasiva. Com equipamentos de última geração."

As sessões acontecem no Laboratório de Fisioterapia Cardiovascular do Núcleo de Pesquisa em Exercício Físico (NUPEF) do DFisio, localizado na área Sul do campus São Carlos.

Interessados em participar do estudo podem entrar em contato com a pesquisadora Daniela Bassi Dutra pelo e-mail danibassi26@ig.com.br ou pelos telefones (16) 9154-2747 e 3351-8705.

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