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terça, 20 de abril de 2021
Saúde

Médica de São Carlos desenvolve projeto em parceria com a Sociedade Brasileira de Oncologia

Patrícia Ratto, da equipe de Oncologia da Santa Casa, a participar do Programa de Capacitação de Pesquisa Clínica da SBOC

14 Ago 2018 - 07h01
Médica diz que pesquisa clínica muita resposta ou, pelo menos, tentativa em ofertar o que há de melhor para os pacientes - Crédito: DivulgaçãoMédica diz que pesquisa clínica muita resposta ou, pelo menos, tentativa em ofertar o que há de melhor para os pacientes - Crédito: Divulgação

A busca por novos conhecimentos e estratégias viáveis para serem aplicadas no tratamento oncológico principalmente aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), levaram a médica Patrícia Bottamedi Ratto, da equipe de Oncologia da Santa Casa de São Carlos, a participar do Programa de Capacitação de Pesquisa Clínica da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

Patrícia foi a única medica oncologista das Regiões Sul e Sudeste a ser selecionada para participar do treinamento que está sendo realizado esta semana em Ijuí (RS).  Ao lado da médica, Dra. Gilmara Anne da Silva Resende de Manaus (AM), elas pretendem utilizar os conhecimentos adquiridos nos dez anos de graduação para viabilizar por meio do Programa centros de pesquisa clínica em suas respectivas cidades.

Preocupada com a questão dos entraves para o acesso dos pacientes, Patrícia diz enxergar na pesquisa clínica muita resposta ou, pelo menos, tentativa em ofertar o que há de melhor para os pacientes, independentemente de sua condição social. Como os pacientes são selecionados pelo perfil de desenvolvimento do câncer, a oncologista costuma dizer que, “neste contexto, quem manda é a neoplasia, tornando a pesquisa a forma de acesso mais democrática na oncologia”. “O paciente passa a ter acesso aos melhores tratamentos, com chance de sucesso até então inéditas, e o médico tem a possibilidade de acompanhar a evolução ou não desse tratamento, bem como seus efeitos e manejo”, completa.

Patrícia classifica a pesquisa clínica como “algo extraordinário” e vê com muito otimismo o seu crescimento em nosso país. São Carlos, a cidade onde nasceu e onde exerce a especialidade.

Durante a residência em Oncologia Clínica, feita na Unesp, em Botucatu (SP), não teve treinamento específico em pesquisa clínica. “No meio de tantas diferenças, acesso díspares, judicialização, dificuldade técnica dos órgãos reguladores em autorizar as drogas no país, preço e indicações, a pesquisa clínica traz uma esperança de uma oncologia de ponta para mais pessoas”, afirma. (*com Assessoria de Imprensa da SBOC)

Confira a reportagem na integra no site https://www.sboc.org.br/noticias/item/1375-jovens-oncologistas-veem-pesquisa-clinica-como-esperanca-para-propiciar-acesso

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