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segunda, 25 de janeiro de 2021
Cidade

Congresso de Parto, Nascimento e Amamentação Saudáveis discute melhoria no atendimento à mulher, aos recém-nascidos e às suas famílias

Evento ocorre entre os dias 13 e 15 de setembro no campus São Carlos da UFSCar

13 Ago 2013 - 15h02

A melhoria do atendimento à mulher, aos recém-nascidos e às suas famílias são o foco do I Congresso de Parto, Nascimento e Amamentação Saudáveis e do IV Simpósio de Humanização do Parto. Os eventos, que pretendem reunir estudantes e profissionais da área da Saúde para troca de experiências, atualização de conhecimentos e reflexão em torno destes temas, ocorrem entre os dias 13 e 15 de setembro no Campus São Carlos da UFSCar.

Na programação do Congresso estão previstos workshops, mesas-redondas e apresentação de trabalhos científicos. Dentre os palestrantes há presença confirmada de profissionais de referência nacional e internacional na assistência ao parto baseada em evidência científica e na humanização do nascimento. Todas as atividades ocorrem no Teatro Universitário Florestan Fernandes, na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar. A inscrição tem valores diferenciados e pode ser feita diretamente no site do evento. Trabalhos científicos podem ser submetidos até o dia 18 de agosto.

A atividade é promovida por meio de parceria entre os departamentos de Enfermagem (DEnf), Fisioterapia (DFisio) e Medicina (DMed) da UFSCar, o Grupo de Apoio ao Parto Natural (GAPN) e o Arte de Nascer. Ao falar sobre o tema do evento, a presidente da Comissão Organizadora, Jamile de Castro Bussadori, professora do DEnf, destaca que "a política de um parto humanizado prevê um suporte e um olhar de conforto para a mulher". Segundo ela, há um preconceito ao parto natural que o relaciona à dor e ao desconforto. No entanto, são vários os benefícios de um parto humanizado, algo que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A realização do evento em São Carlos também possui relações com o movimento da humanização do parto na cidade, que começou há seis anos e conta com o trabalho do GAPN. Dentre suas conquistas está a aprovação de uma lei municipal complementar à Lei do Acompanhante de Parto, com fiscalização do Ministério Público sobre o cumprimento da legislação.

Instituída em abril de 2005, a Lei 11.108 prevê que os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir junto à mãe a presença de um acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. Outras ações do grupo estão voltadas para a adequação das maternidades, criação de salas pré-parto, parto e pós-parto (PPPs) e organização da Maternas São Carlos, um grupo de mulheres que divulga sua experiência de parto e maternagem.

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