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quinta, 24 de setembro de 2020
Em busca de qualidade de vida

Com obesidade mórbida, dona de casa procura ajuda para ter a chance de viver com dignidade

De origem humilde, Alessandra Silva não tem condições de fazer um tratamento médico adequado; “minha vida é ficar sentada ou deitada”

17 Set 2018 - 07h56Por Marcos Escrivani
Com obesidade mórbida, dona de casa procura ajuda para ter a chance de viver com dignidade - Crédito: Marco Lúcio Crédito: Marco Lúcio

Em busca da realização de um sonho, um desejo. A dona de casa Alessandra Macedo da Silva, 46 anos, convive com um grave problema de saúde: ela sofre de obesidade mórbida. Tem 1,50 metro de altura e 170 quilos.

Esposa do pedreiro Luís Antonio da Silva, 45 anos, reside na rua Carlos Cereda, 170, no Conjunto Residencial Eduardo Abdelnur.

Sem condições financeiras, ela procurou o São Carlos Agora em busca de ajuda, pois sonha em conseguir auxílio de uma clínica ou um médico que faça um tratamento e tenha a possibilidade de passar por uma cirurgia bariátrica para redução do seu peso e com isso poder ter a chance de viver novamente e buscar dignidade e qualidade de vida.

DESDE A ADOLESCÊNCIA

Alessandra se sente constrangida. Mas a necessidade de ter uma saúde melhor fez com que perdesse a timidez e buscasse no SCA a ajuda.

Ela concedeu entrevista e disse que os problemas com a obesidade teve início quando possuía 18 anos. “Eu me alimentava corretamente, mas um distúrbio hormonal fez com que eu começasse a ganhar peso. Fiz vários tratamentos para emagrecer. Mas o máximo que eu conseguia era reduzir meu peso em seis quilos”, disse a dona de casa. “Mas meses depois, a obesidade voltava”.

Com o passar dos anos, engordou e com isso, desde 2010, passou a ter vários problemas de saúde como úlcera varicosa nas pernas, pressão alta e constante falta de ar.

“Hoje não consigo fazer os afazeres domésticos. Fico no sofá ou na cama. Sentada ou deitada”, disse, com tristeza. “Meu marido mal pode trabalhar, pois fica em casa a maior parte do tempo cuidando de mim, pois não posso ficar sozinha”, emendou, salientando que sai de sua residência somente para ir à igreja.

“Vou de carro, ando um pouco e fico sentada, rezando. Não consigo fazer nada além disso”, lamentou.

SONHO...

“Meu maior sonho? Poder ser uma dona de casa. Ajudar meu marido e trabalhar. Poder sair para ir na casa de parentes. E caminhar. Só isso”, disse Alessandra.

Com fé em Deus ela espera, esperançosa, uma ajuda. “Por isso pedi ao SCA. É um órgão de imprensa muito visto e que ajuda as pessoas. Peço a Deus que uma clínica ou um médico veja este apelo e me ajude em uma cirurgia. Que eu possa emagrecer e ter saúde para viver. É só isso que eu peço”, disse, com esperança nos olhos.

Quem puder ajudar a dona de casa Alessandra basta entrar em contato pelo fone 98182-5009 ou ir até sua casa, no Residencial Eduardo Abdelnur, na rua Carlos Cereda, 170.

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