Menu
terça, 11 de dezembro de 2018
Polícia

Polícia segue duas linhas de investigações para descobrir paradeiro de feto da jovem Maiara

15 Fev 2014 - 10h23

A morte da doméstica Maiara Cristina de Oliveira, 25, ainda deverá render várias investigações policiais. O caso que tem dois homens acusados de serem os autores do bárbaro crime ocorrido no final da manhã do dia 3 de janeiro de 2013, agora começa ser apurado pela Delegacia Seccional de Limeira e pela própria Corregedoria da Polícia Civil, que abriram novas investigações com a finalidade de apontar para onde foi levado o feto de 7 meses que era gerado por Maiara e quem seriam os responsáveis pelo novo crime.

Ao longo das investigações a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em segredo de Justiça ouviu funcionários públicos municipais de São Carlos, pessoas do sub-distritos de Santa Eudóxia e também pessoas das cidades de Leme e Limeira. No decorrer das investigações um coveiro da cidade de Leme que participou da exumação do corpo de Maiara disse que não havia encontrado feto no corpo da são-carlense, que teria ficado guardado por alguns dias na câmara fria do Instituto Médico Legal (IML) de Limeira aguardando reconhecimento da família. O fato foi confirmado por peritos e legistas no cemitério São João Batista, também em Leme. O promotor público Daniel Cotoni, concedeu entrevista e disse á reportagem que seria necessário aguardar o final do processo para entender como teria ocorrido o desaparecido o feto do corpo da doméstica. 

A morte de Maiara que teria sido planejada ainda em São Carlos teve desdobramento na cidade de Limeira, onde já assassinada ela ainda teve seu filho de 7 meses de gestação subtraído de seu ventre possivelmente no interior do Instituto Médico Legal (IML), para onde o corpo foi encaminhado. Um médico legista e uma auxiliar de necropsia estariam sendo investigados pelo envolvimento no crime. 

Duas investigações estão sendo realizadas com todo rigor pela corregedoria da Polícia Civil através do DEINTER 9 (Piracicaba) que instaurou um “Procedimento Administrativo” (PA), que apura a participação de um médico legista e sua auxiliar de necropsia no desaparecimento do feto. Se comprovada esta investigação ambos podem ser demitidos e poderão responder criminalmente. O inquérito policial apontou que o ex-funcionário público municipal comissionado José Enrique Vendrasco, 53, o “Riquinho”, teria sido o homem que levou Maiara para cidade de Leme e teria a assassinado com três tiros pelas costas, em uma estrada de terra da Fazenda Nossa Senhora Aparecida, na cidade de Leme e o ex-presidiário Vander Fabiano da Silveira, 30, foi quem teria dado-lhe a arma para execução do bárbaro crime. 

Onde estaria criança? Esta é uma pergunta que até a Polícia Civil, o Ministério Público e outras autoridades tentam finalizar, pois um dia antes de sua viagem Maiara, passou por atendimento médico pela Maternidade Dona Francisca Cintra Silva e uma médica constatou que a criança que seria um menino estria bem. Laudos requisitados pela Polícia Civil e expedidos inclusive pela Comissão Técnica de Laudos Indiretos Especiais do Instituto Médico Legal da Capital Paulista, apontaram que teria ocorrido inúmeras irregularidades no interior do IML de Limeira. 

comments powered by Disqus

Leia Também

Últimas Notícias