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segunda, 28 de maio de 2018
Polícia

Polícia Civil realiza reconstituição do caso Oswaldo Salmazo

22 Abr 2014 - 17h37
Foto: Milton Rogério - Foto: Milton Rogério -

Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) realizaram na tarde desta terça-feira (22) a reconstituição do latrocínio do comerciante Oswaldo Salmazo, 73, na madrugada do dia 16 de agosto do ano passado, na rua Francisco Marigo, Jardim Cruzeiro do Sul.

Ele foi esfaqueado e torturado com golpes de marreta na cabeça desferido por um marceneiro que na época tinha 20 anos e um adolescente de 17 anos. A acusada de ser a mandante do crime é a inquilina da vítima que imaginava ficar com a casa e todos os bens dele que recebia uma boa aposentaria e vivia só.

Todos os acusados participaram da reconstituição que terminou por volta das 16h30.

O roubo

No início da madrugada do dia 16 de agosto de 2013 a garota de 18 anos, inquilina de Salmazo, ligou para Polícia Militar relatando que teria ouvindo seu vizinho da frente gritar “ai, ai, ai; Não faça isso” e posteriormente os gritos se calaram. A garota disse ainda que não teria percebido ninguém saindo da residência, localizada na rua Francisco Marigo, no Jardim Cruzeiro do Sul, para onde foram enviadas viaturas que cercaram a residência e ao adentrar os PMs encontraram Salmazo, agonizando no sofá da sala, com ferimentos na cabeça e próximo ao corpo havia uma marreta de cabo grande. Também os PMs constataram que o comerciante havia recebido uma facada no pescoço e não teria qualquer condições de falar o que teria ocorrido dentro do imóvel e ainda aparentava ter recebido outra facada no abdômen.

Os policiais militares acionaram uma ambulância do SAMU, que socorreu o comerciante Oswaldo Salmazo para a emergência do Serviço Médico de Urgência (SMU), onde ele recebeu os primeiros atendimentos e foi encaminhado ao Centro Cirúrgico, onde foi operado. Com traumatismo craniano e hemorragia interna, foi encaminhado para uma ala especializada da emergência e posteriormente para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa casa de Misericórdia, onde não resistiu e acabou falecendo dias depois.

No dia do crime os policiais constataram que a residência estaria revirada, bem como os móveis da sala estariam com os fundos virados para cima e todos os forros foram cortados, como se as pessoas que tiveram na casa sabiam o que estariam procurando, porém não saberiam o local exato em que se encontrava.

Já a caminhonete de propriedade do comerciante, encontrava-se com avarias nos vidros.

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