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segunda, 20 de agosto de 2018
Polícia

PM encontra adolescente que assassinou educador

12 Mar 2008 - 12h58Por Redação São Carlos Agora
Em uma resposta rápida a sociedade e a família do educador Artur Carlos de lima, a Polícia Militar encontrou o adolescente B.F.S. escondido em um casa no bairro Monte Carlo. A localização do menor ocorreu quatro horas após o crime. Os policiais chegaram até o acusado depois que consultaram os números de telefones que constavam nos cadastros da casa de regime semi-aberto e ligaram para o avô de um dos adolescentes que teria fugido junto com o atirador. O avô no telefone disse aos policiais que o neto estaria em sua residência acompanhado de um outro adolescente. Os policiais desconfiados que aquele amigo poderia ser o autor dos disparos, cercaram a residência localizada na rua Rafael Sanchez, 370 B, Monte Carlo. Na casa estava J.R.T., sua mãe que residem no local e B.F.S. O adolescente foi detido e confessou o crime, bem como indicou o local onde guardou a arma, um revólver calibre 38, modelo T.A., de seis polegadas com a numeração raspada. A arma ainda encontrava-se municiada com três cartuchos deflagrados e três picotados. Com as informações do local, os policiais foram até a avenida Getúlio Vargas, na mesma direção da Casa de Convívio Lucas Perroni Junior e em um terreno baldio, embaixo de um pedra acabaram localizando o revólver. O adolescente declarou que comprou a arma há quatro meses atrás.
Após todos os levantamentos os dois adolescentes foram apreendidos e encaminhados para o Plantão Policial. O delegado Mauricio Dotta elaborou o termo circunstanciado sobre homicídio doloso (com intenção de matar).A partir de hoje a Vara da Infância e Juventude deverá apurar o ato infracional do adolescente que tirou a vida do educador do NAI em São Carlos, o qual como outros adolescentes que praticam crimes hediondos ou não, os quais dependendo que estiveram envolvidos com tráfico de drogas, homicídios dolosos ou que signifiquem ameaça à integridade física de outros cidadãos poderão ser submetidos a regime de internação por até oito anos, a critério da Justiça. Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê internação por um período máximo de três anos.
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